O Grupo de Trabalho para o Diálogo Inter-religioso (GTDIR) considera essencial que, “num tempo em que o mundo enfrenta desafios crescentes no campo da convivência e da liberdade de expressão”, se continue “a construir pontes, a dialogar com empatia, e a cultivar uma sociedade onde todos possam crer livremente, viver em paz e contribuir para o bem de todos.
Num comunicado divulgado este este domingo, 22 de junho, data em que se assinalou em Portugal o Dia da Liberdade Religiosa e do Diálogo Inter-religioso, o organismo coordenado pela Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) e composto por representantes de 13 confissões religiosas recordou que Portugal celebrou neste dia “não apenas a diversidade de fé, mas também o compromisso coletivo com a paz, a dignidade humana e a coesão social”.
“Em Portugal, a liberdade religiosa não é apenas um direito consagrado, mas uma prática viva que promove: o respeito pela diversidade de crenças e expressões de fé, uma escuta inclusiva entre as comunidades religiosas e as instituições do Estado, a construção de terreno comum e consensos, mesmo em contextos de diferenças doutrinárias, e a valorização da inclusão e da cooperação inter-religiosa, em prol do bem comum”, destacou ainda o GTDIR.
“Que este dia inspire todos – crentes e não crentes”, conclui o comunicado.










