Entrevista

Em Angola, “um Natal tropical”, com desejos de mais solidariedade

| 23 Dez 2022

Três mulheres, três profissões, três países onde o Natal é muito diferente do vivido em Portugal, e não apenas porque os termómetros registam neste momento temperaturas acima dos 30 graus… Numa série de curtas entrevistas para assinalar esta época festiva, ficamos a conhecer, dia 23, a Cátia Marinheiro (oficial de comunicação na FAO, em Angola), no dia 24 conversamos com a irmã Beta Almendra (missionária comboniana no Sudão do Sul) e no domingo, 25, falamos com a Cesibell Sánchez (que trabalha como sommelier na capital do Peru, Lima).

 

Há 18 anos a trabalhar fora de Portugal, e há cinco em Angola, Cátia Marinheiro contou ao 7MARGENS como uma curta experiência de voluntariado nas Nações Unidas, em Nova Iorque, a levou a trocar o objetivo de ser jornalista pelo de fazer outro tipo de comunicação, mais “próxima das comunidades que se calhar não teriam voz”.

Hoje, como Oficial de Comunicação da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), em Luanda, tem a oportunidade de acompanhar algumas dessas comunidades, neste caso de camponeses, e de trabalhar em prol da segurança alimentar e energética e do desenvolvimento de práticas de gestão sustentável da terra.

Se pudesse, pedia 17 desejos para 2023, os mesmos que correspondem aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Desafiada a escolher, opta por pedir apenas um: mais solidariedade. “Se todos formos mais solidários e não olharmos só para as nossas dificuldades e desafios, esse é um bom caminho para alcançar todos os outros objetivos”, defende.

Pouco antes de embarcar rumo à sua cidade, o Porto, e trocar as t-shirts pelos gorros e casacos, Cátia contou-nos como é viver “um Natal tropical” num país afetado pelas consequências da guerra na Ucrânia, pela variação do preço do petróleo e pelas alterações climáticas.

 

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Um casal em 2024

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“A D. Georgina e o Senhor Amaro comentam o trânsito dos jovens, ele irritado: isto é gente de fora, do karaté ou lá o que é, daquelas coisas chinesas de dar porrada. Ela, rancorosa: pois, deixam-nos vir para cá para aprenderem a fazer-nos mal, deviam era mandá-los a todos para a terra dele”. Um texto de Nuno Caiado, baseado num episódio real testemunhado em Lisboa.

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