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Catarina de Siena

A cidade e a espiritualidade

Em Siena, com Catarina

| 20/03/2026

Um sonho antigo: ir a Siena. Não apenas pela beleza de uma cidade medieval praticamente intacta, mas pelo desejo de conhecer mais a fundo uma das grandes doutoras da Igreja, padroeira da Europa, Santa Catarina de Siena (1347-1380).

De Siena apenas posso dizer da beleza das medievais ruelas estreitas em colinas, desenhando-se na muralha ancestral, as casas e os balcões a lembrar passadas riquezas, os jardins e pátios interiores, as escadas e arcos, as muralhas – uma revelação em cada esquina; da catedral – Il Duomo –, uma das pérolas da arquitetura religiosa italiana; da praça principal em forma de meia-lua (Piazza del Campo).

Siena é uma cidade da região da Toscana. É universalmente conhecida pelo seu património artístico e pela notável harmonia do seu centro histórico, classificado pela UNESCO como Património da Humanidade, pelos ciprestes elevando-se das colinas…

Segundo a mitologia romana, Siena foi fundada por Sénio, filho de Remo, e podem encontrar-se numerosas estátuas e obras de arte mostrando, tal como em Roma, os irmãos amamentados pela loba. Siena começou por ser um povoamento etrusco e depois colónia romana refundada pelo imperador Augusto. Era, contudo, uma pequena povoação, longe das rotas principais do Império. No século V, torna-se uma cidade cristã. A palavra siena refere exatamente o castanho-avermelhado do seu solo.

A grande influência da cidade como polo cultural, artístico e político inicia-se no século XII, quando se converte num burgo autogovernado de cariz republicano, a República de Siena, substituindo o esquema feudal. Mas a organização política conduziu sempre a lutas internas entre nobres e externas com a cidade rival de Florença. Siena concorreu no campo das artes, durante o período medieval, até ao século XIV com as cidades vizinhas. Porém, devastada em 1348 pela Peste Negra, que dizimou um terço da população europeia, nunca recuperou o seu esplendor, perdendo também a sua rivalidade com Florença. A Siena atual tem uma estrutura muito semelhante à dos séculos XIII-XIV. Possui uma universidade fundada no início do século XIII, famosa pelas faculdades de Direito e Medicina, e que ainda é uma das mais prestigiadas universidades italianas.

 

Uma cidade misteriosamente medieval

Siena: um “itinerário numa cidade misteriosamente medieval”. Foto © Teresa Vasconcelos.

Os dois grandes santos de Siena são Santa Catarina (1347–1380) e São Bernardino (1380–1444).

A catedral de Siena – onde Catarina foi batizada –, iniciada em meados do século XII, é um representativo exemplo da  arquitetura gótica italiana. A fachada principal, obra de Giovani Pisano, foi completada em 1380; no interior pode ver-se o púlpito octogonal, apoiado sobre leões, de Nicola Pisano, e o seu pavimento de mosaicos em mármore único no mundo. A dimensão da catedral, apesar do desfilar de turistas, permite algum recolhimento e silêncio, luzes filtradas pelos magníficos vitrais. Sinto-me pequena: tanta gente como eu a caminhar pelas arcadas góticas, a extasiar-se com os baixos-relevos do púlpito. Da ampla praça descem ruelas estreitas, escadinhas sobre arcos romanos, misteriosos pátios interiores onde, através das janelas, se adivinham tetos pintados, corredores obscuros.

A extensa Piazza del Campo, em forma de meia-lua, inclinada em direção ao “Palácio Público” (século XIV, a Câmara Municipal) e a célebre Torre de Mangia, para muita pena minha estava em obras, impedindo-me de disfrutar da fabulosa vista sobre a cidade.

Inúmeros cafés e restaurantes bordam a parte de cima da praça, de onde irradiam ruelas onde abundam lojas para turistas. Impressionante verificar como tantos turistas, hoje em dia, viajam levando os seus cães, que nem sempre são corteses uns com os outros, provocando algazarras e incomodando quem passa. Carrinhos de bebés, um de quando em quando. Luz.

Este itinerário numa cidade misteriosamente medieval, cercada de uma muralha com cinco portas em arco, levou-me a percorrer as ruas em busca de Santa Catarina, a iletrada doutora da Igreja.

 

As missões de Catarina

Mosaicos na catedral de Siena. Foto © Teresa Vasconcelos.

Santa Catarina de Siena é uma das figuras mais destacadas do catolicismo medieval, pela forte influência que teve na história do papado. Ela foi responsável pelo regresso do papa Gregório XI de Avinhão a Roma. Em seguida, realizou inúmeras missões confiadas pelo papa, algo bastante raro para uma simples mulher na Idade Média. O grande cisma do Ocidente levou Santa Catarina de Siena a escrever numerosas cartas aos príncipes e cardeais, para promover a obediência ao Papa Urbano VI e defender o que ela chamou “vaso da Igreja”.

Caterina Benincasa nasceu em 25 de março de 1347 na cidade de Siena devastada pela peste negra. Era filha de Jacopo Benincasa, um tintureiro que era ajudado nos seus negócios pelos filhos, e Lapa Piacenti, que consta ser a filha de um poeta local, numa casa que ainda existe na cidade. Lapa tinha aproximadamente quarenta anos quando  deu à luz as gémeas Catarina (Caterina) e Joana (Giovanna) depois de já ter tido outros 22 filhos, metade deles prematuramente mortos. Joana morreu quase à nascença, ao passo que Catarina cresceu bastante saudável. Tinha dois anos quando Lapa teve seu vigésimo quinto filho, uma outra menina chamada Joana (Giovanna).

Catarina foi uma criança muito feliz, a quem a família chamava “Eufrosina”, nome que deriva da palavra grega para “alegria” e era também o nome de uma das santas cristãs mais antigas, Santa Eufrosina. Segundo Raimundo de Cápua, dominicano, confessor e, posteriormente, biógrafo de Catarina, a santa de Siena teve a primeira das suas visões de Jesus Cristo quando tinha apenas cinco ou seis anos de idade. Regressava a casa de uma visita às suas irmãs casadas e viu Cristo num trono de majestade com os apóstolos Pedro, Paulo e João. Raimundo conta ainda que, aos sete anos, Catarina jurou dedicar sua vida a Deus. Mais tarde foi marcada por outras visões e experiências místicas, como o seu casamento místico com Jesus sob o olhar de Nossa Senhora e os estigmas.

Ainda de luto pela morte da irmã mais velha, Boaventura, a jovem Catarina, com apenas dezasseis anos, foi pressionada pelos pais a casar-se com o viúvo dela. Absolutamente contrária à ideia, iniciou um duríssimo jejum, prática que tinha aprendido com a irmã recém-falecida. Mais tarde, Catarina desapontou a mãe ao cortar os longos cabelos para protestar contra a constante pressão para que melhorasse a sua aparência de modo a conseguir atrair um bom marido.

Dedicava-se à oração e à contemplação no silêncio do seu quarto, bem como a obras de caridade, cuidando de doentes e dos pobres em casa e nos hospitais (hospital Santa Maria de la Scala). Desde cedo desenvolveu uma ligação com a Ordem Dominicana. Em pleno tempo de peste negra, as suas atividades piedosas em Siena rapidamente atraíram um grupo de seguidores, homens e mulheres.

 

Distribuir roupa e comida aos pobres sem pedir licença

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Catedral de Siena: Catarina nada pedia para si própria. Foto © Teresa Vasconcelos

Catarina tinha por hábito distribuir roupas e comida aos pobres sem pedir licença à família, o que constituía uma fonte de altercações. Em contrapartida, nada pedia para si própria. Ao permanecer no seio da sua família, sentia bem a rejeição ao seu modo de vida, principalmente porque não aceitava a comida dos seus familiares explicando que a mesa que havia sido posta para ela era no céu. Sujeitava-se a penosos jejuns.

Catarina aconselhava os seus seguidores a que quando tivessem de enfrentar um problema, seguissem uma prática que adotara na sua adolescência: Constrói uma cela na sua mente da qual jamais possas escapar. Raimundo de Cápua, seu confessor e diretor espiritual, relata que Cristo teria pedido a Catarina que deixasse a vida reclusa e se dedicasse à vida pública no mundo, intervindo na política de então. Catarina acompanha Raimundo de Cápua a falar com o Papa em Avinhão, como embaixadora de Florença, uma cidade em guerra com o Papa. A sua influência sobre Gregório XI desempenha um papel crucial na decisão papal de deixar Avinhão para regressar a Roma. É então enviada por ele para negociar a paz com Florença. Depois desta viagem, Catarina passou a ir, com os seus seguidores, pelas regiões norte e centro da Itália, defendendo a reforma do clero e interpelando o povo: o arrependimento e a renovação poderiam ser alcançados através do amor total a Deus.

Morto Gregório XI e concluída a paz, Catarina volta a Siena. Iletrada, dita aos secretários um conjunto de tratados espirituais reunidos n’O Diálogo. Começaram igualmente a ser conhecidas as suas Cartas, inicialmente dirigidas a homens e mulheres do seu círculo de seguidores e amigos, mas alargando-se gradualmente a figuras políticas e do clero. Manteve correspondência com Gregório XI até à sua morte. As cartas de Catarina são consideradas uma das grandes obras da literatura toscana primitiva. Sobreviveram até hoje quase quatrocentas cartas.

Catarina, que só aprendeu a escrever em 1377, é uma das importantes místicas e escritoras da Igreja e é ainda hoje muito respeitada pelas suas obras espirituais e pela sua ousadia política. Foi alguém que teve coragem de dizer a verdade ao poder – um feito excecional para uma mulher do seu tempo, capaz de influenciar a política e a história da sua época. O Papa que sucedeu a Gregório XI, Urbano VI, afirmava com reconhecimento que tinha encontrado em Catarina uma “ajuda divina”.

Catarina de Siena morre em 29 de abril de 1380, aos 33 anos, exausta por tantas penitências e jejuns. O Papa Urbano VI celebra o seu funeral e enterro na Basílica de Santa Maria em Roma. Em 1461 é canonizada pelo Papa Pio II. Desde 18 de junho de 1866 é padroeira da Itália juntamente com São Francisco de Assis. Em 3 de outubro de 1970, foi proclamada Doutora da Igreja pelo Papa Paulo VI e, em 1 de outubro de 1999, João Paulo II nomeou-a uma das  padroeiras da Europa.

 

Uma espiritualidade baseada na união com Deus

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Catedral de Siena: “A vida espiritual de Catarina era baseada na união com Deus.” Foto© Teresa Vasconcelos

Sejamos quem Deus nos chamou a ser: pessoas de amor e compaixão,
que irradiam a luz divina no meio das trevas do mundo.
Catarina de Siena

A vida espiritual de Catarina de Siena estava baseada na união com Deus. Ela descreve essa união com Deus como um “caminho da verdade”. A paixão de Cristo é central para quem considera que a morte de Cristo na cruz é um sacrifício, permitindo o conhecimento de Deus através da presença do “sangue redentor”. E só se pode chegar ao conhecimento de Deus pelo autoconhecimento.

A vida interior é para Santa Catarina um contínuo movimento de vaivém entre o conhecimento de si mesma que leva ao conhecimento de Deus e as ações de caridade e dedicação aos desfavorecidos. Esse conhecimento de Deus leva a um melhor conhecimento da sua própria humanidade e a uma maior perseverança que se abre então à caridade ao próximo.

No entanto, para Catarina, conhecer-se a si mesma e a Deus não é um fim em si mesmo. Catarina afirma: “Contemplando em si o efeito do amor infinito e vendo a imagem que é a criatura, ela encontra Deus à sua imagem. Esse amor que Deus lhe traz, vê-o espalhando-se por todas as criaturas, e imediatamente a força a amar o próximo como a si mesmo, já que Deus a ama soberanamente.”

 

A Eucaristia é o meio mais apto para a união do homem com Deus
e maior conhecimento da Verdade

O autoconhecimento torna-se para Catarina a fonte do apostolado e de abertura ao outro. Nos seus escritos, apresenta três estágios da vida espiritual: o primeiro consiste no amor à Paixão, que indica que a Paixão de Cristo é o melhor guia para a vida espiritual: “é melhor que todos os livros”. O segundo passo é a consequência do primeiro: esse amor leva Santa Catarina de Siena à imitação de Cristo, através de uma vida de ascetismo, sacrifícios, penitência, oração e serviço aos outros, a fim de ser como Cristo e o seu sacrifício na cruz. Assim, a imitação leva-a a querer tornar-se um Alter Christus (“Outro Cristo”). O terceiro estágio consiste em desejar a cruz, ou seja, superar o sofrimento e as dificuldades diárias, e entregar-se à cruz, não mais para si mesma, mas para os outros.

 

⁠Nenhuma virtude tem valor sem a caridade, no entanto
é a humildade que forma e nutre a caridade.

Siena

Siena: “Para Catarina, o caminho do conhecimento de si mesma não é fácil, porque o sentimento de misericórdia de Deus pode desaparecer.” Foto © Teresa Vasconcelos.

Nos escritos e nos conselhos espirituais que dá, ela menciona em várias ocasiões a existência dessa célula interior, afirmando: “Faça você mesmo, minha filha, duas habitações: uma em sua cela, para não falar de todos os lados e deixá-lo apenas por necessidade, por obediência à prioresa ou por caridade. Faça de si outra habitação espiritual que carregará sempre consigo: é a célula do verdadeiro autoconhecimento. Encontrará lá o conhecimento da bondade de Deus para consigo; estas são duas células em uma; e, estando em um, um não deve deixar o outro, pois a alma cairia em problemas e presunção” (carta 223 a Alessia). Afirma a necessidade de entrar em si mesmo para “viver pelo hábito”, a fim de agir em união com Deus. Esta habitação de Deus na alma é central para Catarina, na medida em que leva a “possuir Deus”.

Para Catarina de Siena, o caminho desse conhecimento de si mesma não é fácil, porque esse sentimento de amor e misericórdia de Deus pode desaparecer. Ela convida, portanto, a uma vida de virtude, paciência, e humildade, a fim de fugir do pecado e se unir mais a Deus. No entanto, essa busca da virtude é difícil e requer seguir o caminho da cruz. A existência de tentações está presente, no que ela chama de “descida ao inferno”. A maneira de resistir a isso é voltar a esse conhecimento de si mesma.

 

A amizade, cuja fonte é Deus, nunca se esgota

Catarina considera que a Igreja está em crise devido à “falta de interesse pela dimensão espiritual”, porque os membros da Igreja estão “preocupados demais com considerações temporais de poder e riqueza”. Ela não nega as considerações temporais, mas considera que a dimensão espiritual, sempre deve ser a principal missão da igreja: a conversão e a vida dos crentes, com Deus. Usa a metáfora do jardim para falar da Igreja, “um jardim onde todos têm um lugar e onde cada pessoa batizada é uma planta”. A santa considera os presbíteros como plantas que devem ser perfumadas e os que ainda não são cristãos como possíveis plantas no jardim. Quer que a Igreja seja o jardim onde se possa “ver o próximo, os cristãos, os infiéis e todas as criaturas razoáveis que se alimentam de Deus”.

Para Catarina, a Igreja é um lugar onde cada pessoa tem um lugar, uma responsabilidade específica, no quadro de uma relação de interdependência. É essa interdependência que leva à necessidade um do outro, abertura aos outros e respeito pelas diferentes vocações. Dessa abertura nasce a caridade entre os seus membros, caridade que só é possível através do amor ao próximo. Nos dias de hoje diríamos que Catarina propõe uma igreja sinodal.

 

No autoconhecimento o homem conhece melhor a Deus (…)
O discernimento é uma luz que dissolve a escuridão
(in: Diálogos)

Claro que tive de visitar a chamada “Casa de Santa Catarina”, um santuário construído no século XVII no local onde Catarina nasceu e viveu. Um espaço muito belo, com alpendres olhando as colinas de Siena, que procura fazer reviver o espaço onde Catarina viveu: tem uma bela capela “onde Catarina rezava”, o seu quarto, uma sala. Convida à interioridade e ao silêncio mas, a meu ver, é pouco consonante com a realidade da família Benincasa. Nas paredes habitam quadros relatando em pormenor a vida de Catarina: em criança, levitando, com as suas visões e êxtases, no seu casamento místico, pegando no Menino ao colo sob o olhar benevolente de Maria, rodeada por outras mulheres que a amparam nos seus êxtases.

Também se impunha uma visita à maciça Basílica de São Domingos, bem alta na colina de Campo Reggio, perto da casa/santuário. Uma mole imensa, vazia, com capelas laterais onde estão estátuas de anjos e santos e magníficos vitrais, alguns, em tons de azul, modernos. Detive-me mais longamente num lindíssimo e bem conhecido quadro que representa Catarina de véu branco e uma açucena na mão, uma das mais antigas representações da santa. O altar lateral mais visitado é aquele onde está a relíquia da cabeça de Santa Catarina com muitas pessoas a venerá-la. Aí não me detive, dada a minha falta de devoção por relíquias. Cá fora – tão belo! –, os ciprestes em primeiro plano e a cidade velha desdobrando-se ao fundo, do outro lado da colina, em tons castanho/avermelhado.

Ao longo destes dias em Itália fui lendo O Louco de Deus No Fim do Mundo de Javier Cercas, já mencionado neste jornal.

Num contexto tão diferente, tive a noção de que Catarina era uma “louca de Deus”: o seu arrojo em lidar com papas e reis, com sacerdotes e confessores, os seus exageros nos jejuns e sacrifícios (tão comuns nesse tempo), a sua tenacidade e autonomia teimosa no caminho que desde muito cedo traçou para a sua vida, são reveladores. Os seus escritos são grandes intuições de uma santa que viveu no século XIV, em plena Idade Média.

Termino com a bela oração a Santa Catarina de Siena:

“Ó Catarina, santa mais poderosa, nem o coração dos pecadores ou o próprio céu foram capazes de resistir à tua fé vibrante, às tuas palavras e às tuas insistentes orações.

Em tempos passados, tal como hoje, que sintamos a força da tua intercessão pelo início da paz para todas as nações, liberdade para os que são oprimidos pelas injustiças e todo o tipo de adversidades; traz conforto e saúde para aqueles que estão doentes na mente e no coração.

Reza pela paz em todo o mundo, pela unidade e fidelidade de todo o povo de Deus ao seu supremo Pastor, e pelo bem do nosso país. E lembra-te de mim, que com confiança invoco a tua ajuda, sabendo que nunca abandonas nas suas dificuldades aqueles que confiam na nossa Mãe e guia”(F. Vanni, século XVI).

 

Referências
Ludovico Ferretti (2023). Saint Catherine of Siena. Siena: Edizioni Cantagalli.
Santa Catarina de Siena (1985). O Diálogo. Lisboa: Paulus.
Santa Catarina de Siena (2016) Cartas Completas. Lisboa: Paulus.
Textos sobre Santa Catarina e Siena na Wikimédia.

Teresa Vasconcelos é professora do Ensino Superior e participante do Movimento do Graal; Contacto: t.m.vasconcelos49@gmail.com

 

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