Entre Margens

Espíritos dos antepassados e santos canonizados, mediadores entre Deus e os Homens

Na tradição católica o acesso a Deus pode ser feito ou por via direta, na qual o crente se dirige a Ele, ou por intermediação de santos canonizados. Enquanto que na cultura bantu, o acesso a Deus é realizado, na maior parte das vezes, por intermediação dos espíritos dos antepassados, os eleitos, e em raras ocasiões por via direta: Homem-Deus. Entretanto, tanto numa, como noutra tradição, existe a crença num Deus único, mas em três pessoas: Pai, Filho, Espírito Santo.

Os bodos de S. Sebastião na Beira Baixa

É dentro deste espírito que ainda hoje, nas terras beirãs, em várias épocas litúrgicas do ano (Natal-Páscoa, Espírito Santo e Nossa Senhora da Assunção), se realizam alguns bodos que teimam em permanecer vivos. Sinal de que as populações os incorporaram na sua vida, tornando-os uma parte significativa e indestrutível da sua história religiosa local.

Reconciliação e fraternidade…

Mais do que uma cerimónia formal, a assinatura do Documento sobre a Fraternidade Humana, em 4 de fevereiro de 2019, permitiu a afirmação de uma cultura de paz baseada no respeito mútuo, na liberdade de consciência e na necessidade de uma compreensão baseada no conhecimento e na sabedoria.

O bullying através da internet

É urgente ter dados reais sobre o cyberbullying em Portugal, que estimo ser bem superior ao que tem vindo a ser descrito. Apesar de ser um problema transversal às várias idades, os jovens, pelas suas características, são mais atreitos às consequências nefastas do cyberbullying.

Hospitalidade a refugiados em Portugal – um sinal de esperança

“Estamos ao serviço?” Ou, como reformulou no final do encontro o coordenador geral da PAR, André Costa Jorge: “Somos a sociedade civil, que papel queremos ter no contexto da hospitalidade em Portugal?” Esta pergunta, colocada pelo sucessor de Rui Marques na Plataforma de Apoio aos Refugiados, ajudou a redefinir a missão da PAR, hoje diferente da de 2015, quando nasceu.

Automação: o futuro que nos bate à porta

Estas mutações podem, e numa perspetiva mais otimista, trazer também inovação social. Deixo, para terminar, um exemplo recente de um café que no final do ano abriu na cidade de Tóquio. No café não existe qualquer pessoa, mas apenas robots que servem e se relacionam com os clientes. Contudo, e aqui reside a inovação, como os robots necessitam de vigilância à distância, esse trabalho é feito por pessoas com mobilidade reduzida a partir de casa.

Fascista é a tua tia!

Qualquer alma que se atreva a opor às ideias do extremismo político de esquerda tende a ser apelidado de fascista. O mesmo se pode dizer da direita, que chama comunista a tudo o que mexe. E assim se vai fazendo o branqueamento da verdadeira besta negra do fascismo.

Deus é silêncio

Cada vez me sinto mais entusiasmado com o silêncio. Numa ida à livraria, pesquisando pelos livros de religião, esoterismo ou desenvolvimento pessoal, facilmente se percebe que é um tema de moda. Retiros, yoga, meditação, propostas de orações, etc., etc. Para os cristãos, o silêncio não é a perceção de uma ausência, como se o vazio da mente fosse uma meta desejável, mas é antes a contemplação de uma Presença.

Que faremos desta Quaresma?

“Agora, parece-me ridículo, quando o Papa Francisco insiste, contra tempos e marés, na renovação da Igreja ao serviço da transformação do mundo na pátria da alegria, se exija que ele faça um milagre de transformar a Igreja e a sociedade, por decreto, dispensando o empenhamento de todas as pessoas de boa vontade.” A opinião de Frei Bento Rodrigues.

Nas margens da Filosofia – O prazer de ensinar

É habitual pensarmos na reforma como um fim de carreira mas, embora me tenha aposentado, há quatro anos continuo ligada à vida académica e à investigação. As solicitações sucedem-se e o trabalho mantém-se quase ao mesmo ritmo. A diferença está na ausência de leccionação, o que me leva a pensar com saudade nas muitas aulas que dei e que constituíram momentos gratificantes na minha vida. Daí a minha discordância relativamente a Espinosa no que respeita à sua recusa em ser professor.

A família é essencial e a família somos todos nós

A multiculturalidade é cada vez mais realidade com que devemos aprender a viver e, para isso, é fundamental propiciar, facilitar e cooperar no processo de integração ou de inclusão de quem nos procura, aproveitando o seu saber e mais-valia para construir pontes e nunca obstáculos. No entanto, vivemos numa sociedade que, infelizmente, ainda se alimenta de pré-conceitos discriminatórios, seja em razão da nacionalidade, da raça, da etnia ou da religião.

Sacerdócio e abusos sexuais

No conto O rei vai nu, os cérebros dos súbditos continuavam, apesar das evidências, a vestir o rei. Vendo o monarca na sua condição vulnerável de mortal em tudo semelhante aos que da margem do cortejo o aclamavam, recusavam-se a admitir o inegável: que toda a ostentação de poder é ridícula. Não vã, contudo. Eles continuavam a precisar dela e a alimentá-la com o seu aplauso. Pois, sem a segurança proporcionada por tal poder, sentir-se-iam órfãos e incapazes de tomarem o protagonismo do seu próprio destino.

O sínodo contra a pedofilia soube a… poucochinho

Avassalador, é o que se pode dizer do escândalo dos abusos sexuais perpetrados por sacerdotes católicos, dada a sua dimensão. Francisco convocou um encontro para enfrentar a questão e comprometer as lideranças religiosas. Mas o resultado parece… poucochinho

Um lugar para todos

Era uma manhã de sábado, não havia escola nesse dia, o que já em si era magnífico, pois a escola não me encantava.
Entrava-se pelos grandes portões do jardim e ali tudo era mágico! Um jardim sobre o Tejo, com estátuas que “brincavam” com grandes árvores e umas mesas compriiiii…das com tintas e pincéis muito bem arrumados e uma imensidão de folhas de papel para serem pintadas. Parecia um sonho!

IPSS, Casas do Povo e coesão social e territorial

O drama dos incêndios que, em 2017, ensombrou a consciência de todos de um tom tão negro como negras ficaram as terras e as casas que os incêndios devastaram em tantas zonas do país, agravando a tragédia irremediável dos que morreram pelas chamas e dos que os ficaram a chorar, evidenciou-nos o que já devíamos saber: vivemos num país injusto e desigual.

“Isso é lá entre eles…”

Dias depois do encontro em Roma – oficial e tristemente destinado a abordar APENAS a questão dos “menores abusados” –, creio que ainda é isso o que a alta hierarquia (bispos e cardeais) ainda pensa: “Isto não passa de um ajuste de contas entre lobos”, “isto é lá com eles”. Outros murmurarão, tendo Francisco em mente: “Meteu-se nelas, agora que se salve!”

Sete margens – onde passa o rio que dá vida

Levou-me então de volta à margem do rio. Quando ali cheguei, vi muitas árvores em cada lado do rio. Ele disse-me: Por onde passar o rio haverá todo o tipo de animais e de peixes. Porque essa água flui para lá e saneia a água salgada; onde o rio fluir tudo viverá…

A ADSE no seu labirinto

Teseu conseguiu atravessar todo o terrível labirinto sem ser destruído pelo Minotauro por se ter limitado a seguir o fio com que Ariadne tinha assinalado o percurso seguro. A evocação deste bem conhecido episódio da mitologia clássica bem pode justificar-se quando nos deparamos com a actual questão que envolve a ADSE.

A culpa não é minha!

O tema da culpa está muito presente nas religiões desde sempre, em especial no cristianismo. O sentimento de culpa é tão forte e desagradável que as pessoas, logo desde a infância, procuram remeter a culpa para os outros, de forma instintiva, sacudindo a água do capote.

Pleno emprego, com mais desemprego?

Em 1969, o Prof. Mário Murteira (MM) publicou o seu livro Economia do Trabalho (Clássica Editora), onde recordou que existirá pleno emprego, «numa acepção simples e simplista (…), quando não exista desemprego generalizado» (p. 60); portanto ele coexiste com o «desemprego friccional», resultante da rotatividade normal de trabalhadores. Aqui se pretende analisar quais as perspetivas de pleno emprego sustentável no nosso país.

Escutar a morte entre câmaras e microfones

Em Guimarães, decorre até domingo, dia 24, o congresso A Morte – leituras da humana condição; o jornalista Manuel Vilas Boas interveio na mesa redonda sobre A decisão jornalística: Quando a morte (não) é notícia; aqui se regista o texto da intervenção.

Em Cristo para a vida do mundo

Enquanto esperamos as conclusões do encontro no Vaticano, sobre os abusos sexuais, e nos dispomos a levar à prática as indicações que nos vão ser dadas, apressemo-nos a lutar contra o clericalismo como uma boa maneira de acabar com todas estas formas de abuso.

Homossexualidade e clero católico

A questão da homossexualidade de muitos padres católicos não é para mim irrelevante, porque discordo da contradição intrínseca que consiste na existência de um clero obrigado a papaguear um discurso condenatório da homossexualidade, quando esse mesmo clero também é, em percentagem decerto discutível, constituído por muitos homossexuais.

Qual é o problema de Neto de Moura com as mulheres?

Esta mentalidade ainda subsistente entre nós tem que ser combatida nas escolas, na comunicação social, nas artes, nas universidades e nos meios religiosos. A violência no namoro é assustadora. Mas as instituições do Estado não podem ficar a ver a banda passar.

Terapia pela Arte, caminho alternativo para a cura

“O meu percurso artístico levou-me a descobrir as vantagens da arte e do processo criativo na minha vida. A minha dedicação à pintura aprofundou o meu percurso de autoconhecimento e ‘auto-cura’, tendo rapidamente sentido os seus efeitos terapêuticos.” A opinião de Filipa Carvalho no Sete Margens.

Deus pode ir de férias…

“A denominada Teologia da Prosperidade começa a dar lugar à Teologia do Coaching em determinados círculos cristãos. Substituiu-se a fome pela vontade de comer. Sendo assim, Deus pode ir de férias…” A opinião de José Brissos-Lino.

Cantos de sereia

Confesso que fiquei impressionado com a retórica brilhante do discurso de posse do novo ministro dos Negócios Estrangeiros do Brasil, do governo de Bolsonaro, Ernesto Araújo ( (www.youtube.com/watch?time_continue= 15&v=-u8bkWLPq-g), um diplomata de carreira....

Quando os cristãos se encontram…

“Um pouco por todo o país por ocasião da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, surgiu em 2010 o que foi designado pelos seus organizadores simplesmente como… ‘Encontro Cristão’.” A opinião de Timóteo Cavaco.

Adolescência, autonomia e identidade

Se o motivo da consulta é acne, por exemplo, problema muito comum na adolescência, a nossa perspetiva não é tratar a acne mas sim aquele adolescente concreto que, por acaso, naquele momento da sua vida tem acne.

A arte como um abraço – Descobrir

“Com a arte aprendi a viver melhor sobretudo quando os processos de criação artística são partilhados e levam cada um(a) a descobrir-se com gratidão.” A opinião da pintora Ana Cordovil.

O Papa Francisco e a reabilitação da política

1. Quando, na mensagem para o Dia Mundial da Paz (1 de Janeiro), regista dez “vícios” no exercício político, que diz serem “a vergonha da vida pública”, o Papa Francisco reassume a prioridade da reabilitação da política. Francisco teme o enfraquecimento do “ideal duma...

Voltar

Vamos. Mas não sem pensar em voltar. Pelo menos comigo, é assim. E diria que, para qualquer outro expatriado, como agora se lhes chama, será igual. Fazer planos, cenários; perceber as possibilidades. Faz parte da condição de o ser.

E a nossa hospitalidade para com a Casa Comum?

Hospitalidade, saber ser acolhido e acolher, foi o tema reflectido nas orações da noite e nas reflexões dos jovens em pequenos grupos, ao longo do encontro europeu anual da “Peregrinação da Confiança” em Madrid; essa foi a proposta da comunidade de Taizé para o tema a ser desenvolvido nos encontros durante o ano de 2019.

Novo ano – Ho Chi Minh à vista!

O meu regresso de Natal a Portugal fez-se este ano ao longo de três semanas e desdobrado por vários espaços físicos e emocionais. Tenho a sorte de trabalhar a partir de casa, o que me permite ficar em Portugal todo esse tempo. Por outro lado, nos últimos anos, a...

Novo ano – As novas aldeias

A partir do momento em que se tem filhos, a passagem de ano assume novos contornos. Ou alguém nos fica com a descendência e conseguimos saborear um pouco da irresponsabilidade anterior à paternidade, ou temos normalmente que procurar ambientes “family friendly”.No...

Novo ano – Quando reparei era católica

Quando reparei era católica. O reparo não me fez saber o que ser católica é, assim como, por definição, quem eu supostamente era ou me apresentava ser. Apenas ia à missa todos os domingos, com uma pequena pérola em cada lóbulo, presente da avó pelo batizado. Reparei...

Novo ano – O meu 2018 foi assim

A minha vivência, em 2018, foi marcada pela morte de D. Manuel Martins, que ocorreu no final de setembro de 2017. Sem beliscar em nada a plena convicção de que apenas aconteceu uma separação física, fez-me e está a fazer-me muita falta a sua palavra conselheira e...

O que é que aconteceu ao Natal?

Há dias foi a festa de Natal da escola dos meus filhos. Uma escola pública muito bem conceituada, onde os professores e os pais se envolvem para tornar possível um espetáculo de duas horas e meia, que enche um cinema inteiro. O palco estava muito giro, decorado com...

Não haverá Natal para os reclusos

Os reclusos estão privados da assistência religiosa devido à greve dos guardas prisionais. Se a greve se estender até janeiro, como se prevê, então os reclusos não poderão ter a celebração eucarística de Natal. Até 2014, a assistência religiosa fazia parte dos...

Santos, Vaticano II e opção preferencial pelos pobres

Em memória de momentos vividos por muitos, penso que é justo revisitar a própria memória. Ou seja, em vez de remendá-la, transformá-la em testemunho. Retomo este meu texto de Novembro de 2012, a repensar fragmentos do percurso do Movimento Nós Somos Igreja entre nós....

Verdade, mentira e tortura

Entre as primeiras palavras de Jair Bolsonaro, uma vez confirmada a vitória nas presidenciais brasileiras – antes da oração de graças pela sua eleição e do discurso de propósitos –, ouvimos uma citação do Evangelho segundo S. João: “e conhecereis a verdade, e a...

Breves

Boas notícias

Uma Semana da Fraternidade judaico-cristã contra o anti-semitismo

Uma Semana da Fraternidade judaico-cristã contra o anti-semitismo

A realização da Semana da Fraternidade, uma iniciativa da Sociedade para a Cooperação Judaico-Cristã da Alemanha que tem como objectivos a promoção do diálogo entre judeus e cristãos, a colaboração na luta contra toda a forma de anti-judaísmo e anti-semitismo e a cultura da memória das vítimas do Holocausto, coincide este ano com um contexto de crescente anti-semitismo na Alemanha.

É notícia 

Cultura e artes

“Sombra Silêncio” – poesia para vigiar o Mistério

Assim descreve Carlos Poças Falcão, numa breve nota final, os poemas reunidos em Sombra Silêncio: «Cançonetas de um Verão que logo passam, mas que para sempre ficam ligadas à memória mítica de um rosto, de um clima, de um lugar – assim estes poemas. Em caso algum me biografei. Mas em todos eles me vejo e me estranho.»

Gomes Eanes: paradigma do espírito reformista no século XV, elo português no retiro do Papa

Estando o tema da Reforma da Igreja Católica, mais uma vez, na ordem do dia é de particular pertinência evocar a voz e o percurso de uma figura maior do universo religioso português do século XV e do diálogo luso-italiano que teve lugar nesta centúria: D. Gomes Eanes, tradicionalmente conhecido como o Abade de Florença. A sua voz ressoa em centenas de registos exemplificativos da abertura de Portugal às correntes reformistas e de observância que então percorriam a Cristandade.

Capelas de Braga vencem concurso de arquitetura

A capela “ergue-se em madeira, desde a estrutura de suporte até aos planos que lhe conferem o espaço, e é composta por várias peças de madeira, encaixando-se, criando uma estrutura equilibrada que se manifesta como uma floresta à entrada do espaço sagrado”.

Pessoas

Redescobrir a fé, uma aventura maior do que emigrar

Redescobrir a fé, uma aventura maior do que emigrar

Marisa Fernandes veio de Cabo Verde para Portugal, à procura da concretização de um sonho que ficou pelo caminho. Mas quer continuar a lutar, agora com a sua filha, a quem quer transmitir a experiência de um Deus com quem se pode conversar. E diz que foram a procura e a dúvida que a levaram à fé como uma experiência de “amor e tranquilidade.”

Sete Partidas

Pacto de Luz

“Por cá o Inverno vai bem alto, que é o mesmo que dizer temperaturas muito baixas e neve fresca todos os dias. Mas é a escuridão que inquieta e desiquilibra, fazendo-me a cada ano por esta altura, desejar regressar ao meu tão amado Sul.”

Visto e Ouvido

Agenda

Mar
27
Qua
Apresentação do livro «Peregrino da Liberdade Dalai Lama XIV», de Ricardo de Saavedra @ El Corte Inglés - Lisboa
Mar 27@18:30_19:30
Abr
6
Sáb
Apresentação do livro “Descalço também se caminha”, do padre João Aguiar @ Espaço Vita
Abr 6@21:00_22:00
Abr
8
Seg
Os católicos, a Igreja e o direito à revolução. A ideia de revolução e as opções revolucionárias em Portugal durante o Estado Novo @ Universidade Católica Portuguesa (Lisboa)
Abr 8@15:00_17:00

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Entre margens

Espíritos dos antepassados e santos canonizados, mediadores entre Deus e os Homens

Na tradição católica o acesso a Deus pode ser feito ou por via direta, na qual o crente se dirige a Ele, ou por intermediação de santos canonizados. Enquanto que na cultura bantu, o acesso a Deus é realizado, na maior parte das vezes, por intermediação dos espíritos dos antepassados, os eleitos, e em raras ocasiões por via direta: Homem-Deus. Entretanto, tanto numa, como noutra tradição, existe a crença num Deus único, mas em três pessoas: Pai, Filho, Espírito Santo.

Os bodos de S. Sebastião na Beira Baixa

É dentro deste espírito que ainda hoje, nas terras beirãs, em várias épocas litúrgicas do ano (Natal-Páscoa, Espírito Santo e Nossa Senhora da Assunção), se realizam alguns bodos que teimam em permanecer vivos. Sinal de que as populações os incorporaram na sua vida, tornando-os uma parte significativa e indestrutível da sua história religiosa local.

Reconciliação e fraternidade…

Mais do que uma cerimónia formal, a assinatura do Documento sobre a Fraternidade Humana, em 4 de fevereiro de 2019, permitiu a afirmação de uma cultura de paz baseada no respeito mútuo, na liberdade de consciência e na necessidade de uma compreensão baseada no conhecimento e na sabedoria.

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