Éticas

A cultura do “cancelamento” faz assim tanto sentido?

A cultura do “cancelamento” faz assim tanto sentido?

Começo por responder que creio que não, sem receio de ser “cancelada” pelas minhas opiniões. O resto deste artigo explicará a minha defesa da extinção da cultura do “cancelamento” (embora talvez seja uma utopia) ou de, pelo menos, lhe colocar um travão nesta sociedade tão mediática. Eleita como a expressão do ano ainda em 2019, a cultura do “cancelamento” é um fenómeno moderno segundo o qual uma pessoa ou um grupo é expulso de uma posição de influência ou de fama devido a atitudes consideradas questionáveis. Isto pode acontecer online, no mundo real ou em ambos.

Conselho de Ética critica projetos de “morte medicamente assistida”

Propostas do PS, BE e PAN

Conselho de Ética critica projetos de “morte medicamente assistida”

O Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (CNECV) considera que os projetos de lei apresentados pelo Bloco de Esquerda, Partido Socialista e PAN – Pessoas, Animais e Natureza,  que regulam as condições em que a morte medicamente assistida não é punível e alteram o Código Penal “alargam sem qualquer fundamento o âmbito da morte medicamente assistida através da mera exigência de doença grave e incurável ou mesmo apenas grave ou incurável, não respeitando o princípio da proporcionalidade”.

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