Em 2024, mais de um terço (39%) dos 51.433 diáconos permanentes de todo o mundo, ou seja, 20.212, estava em funções nos Estados Unidos da América, país em que vivem apenas seis por cento dos mais de 1,4 mil milhões de católicos de todo o mundo. Apesar desta concentração, o número de diáconos permanentes naquele país está, tal como o de padres, em regressão: os 916 que morreram ou deixaram de estar ativos em 2024 foram substituídos por apenas 393 novos diáconos permanentes.
A estimativa publicada a 3 de junho pela Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos é feita a partir do relatório de um inquérito organizado pelo Centro de Pesquisa Aplicada no Apostolado da Universidade de Georgetown. Ao inquérito responderam 76 por cento das dioceses e paróquias dos EUA e permitiu concluir que a arquidiocese de Chicago detém o maior número (848) de diáconos permanentes, à frente da arquidiocese de Atlanta (385) e da de Nova York (369).
Contudo, as maiores proporções de diáconos permanentes por católicos, encontram-se na diocese de Rapid City, no Dakota do Sul (487 católicos por diácono permanente), na diocese de Lexington, no Kentucky (502), na diocese de Tulsa (575), no Oklahoma e na diocese de Bismarck (649), no Dakota do Norte.
O inquérito revela também que 93 por cento dos diáconos permanentes ativos são casados e 4 por cento viúvos. Menos de um em cada cinco (18%) têm menos de 50 anos enquanto 38 por cento têm 70 anos ou mais, mas dois terços têm pelo menos um diploma universitário.
Entre os diáconos permanentes ativos três em cada quatro são brancos não hispânicos, um quinto são hispânicos, enquanto tanto os asiático-americanos (3%) como os afro-americanos (2%) são uma ínfima minoria.










