Bens pertencentes à irmã Lúcia de Jesus – como o seu hábito de religiosa doroteia, cartas manuscritas, canetas usadas na redação das suas memórias, uma castanhola e um conjunto de miniaturas litúrgicas produzidas pela própria vidente – estão pela primeira vez patentes ao público na exposição “Refúgio e caminho”, inaugurada a 29 de novembro no piso inferior da Basílica da Santíssima Trindade.
A exposição visa assinalar os momentos em que a irmã Lúcia relata a aparição de Nossa Senhora em Pontevedra, Espanha, em 1925 e 1926. “O objetivo é aprofundar o conhecimento sobre este período menos conhecido da biografia de Lúcia de Jesus e da própria mensagem de Fátima”, explicam os serviços de comunicação do Santuário de Fátima.
A mostra integra também duas pinturas classificadas como Tesouro Nacional, flores dispostas sobre a reprodução artística de uma bóia salva-vidas em forma de coração, moinhos de papel decorados por crianças de Fátima e uma imagem de Nossa Senhora vandalizada, que pretende representar a “intolerância e a violência contra as religiões”, conforme se pode ler junto à escultura. A exposição pode ser visitada gratuitamente até 15 de outubro de 2027.

Objetos da irmã Lúcia em exposição: o hábito de religiosa doroteia. Foto © Santuário de Fátima.










