Cem anos após a morte de São José Allamano, fundador dos Missionários e Missionárias da Consolata, um espaço museológico em Fátima apresenta uma exposição que revela o impacto humano e social deixado por esta congregação no mundo
Por ocasião dos 100 anos da morte de São José Allamano, assinalados este ano, o Consolata Museu, em Fátima, tem patente ao público uma exposição dedicada a este fundador dos dois institutos missionários. A mostra, intitulada “Allamano – 100 anos a consolar”, reúne 26 fotografias que revelam 100 anos de história de uma congregação religiosa que atualmente está presente em 36 países.
Entre as imagens, é possível admirar algumas das missões da congregação que foram fundadas em diferentes partes do mundo. Uma delas revela a primeira missão da Consolata no Quénia, construída com materiais como terra, capim e bambu. Entre as imagens expostas encontra‑se também uma ponte erguida pelos missionários sobre o rio Mandimba, no Niassa, lembrando que, além da evangelização, a congregação se dedica igualmente à promoção humana, através da construção de infraestruturas como estradas, hospitais e escolas.
Outra fotografia mostra missionários a ensinarem quenianos a lavrar a terra com o arado, num “esforço de promoção humana” que “transformou a agricultura e o comércio local, elevando a qualidade de vida e as condições das famílias na região”, como explica a legenda que acompanha a imagem. Há ainda registos do funeral de São José Allamano e da sua canonização, ocorrida a 20 de outubro de 2024, no Vaticano. A exposição foi inaugurada no passado dia 18 de abril e pode ser visitada até 20 de junho, data em que se celebra a festa de Nossa Senhora da Consolata. A iniciativa é desenvolvida pelo Consolata Museu, em parceria com a sua Liga de Amigos.
Texto publicado ao abrigo da parceria 7MARGENS/Fátima Missionária.










