Abusos na Igreja

Grupo Vita cria “bolsa de profissionais” para acompanhar vítimas em todo o país

| 19 Jun 2023

D. José Ornelas com o Grupo Vita, momentos antes da apresentação da nova equipa de acompanhamento das vítimas de abuso sexual na Igreja, a 26 de abril de 2022. Foto © António Marujo/7MARGENS.

 

O Grupo Vita, criado em abril pela Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), anunciou esta segunda-feira, 19 de junho, a constituição de uma bolsa composta por 70 profissionais na área da psicologia e psiquiatria para acompanhar as vítimas de violência sexual no contexto da Igreja Católica em Portugal.

Estes profissionais irão receber em julho “uma primeira ação de formação sobre o tema da violência sexual, que se repetirá em setembro em duas datas distintas, de modo a garantir a mesma capacitação de todos os profissionais”, refere o comunicado daquele organismo, citado pela agência Ecclesia.

O texto refere que a maior parte do território nacional dispõe de profissionais que “podem assegurar um acompanhamento presencial às vítimas que assim o desejem”, mas alerta que “a distribuição geográfica destes profissionais não é totalmente uniforme e existem ainda áreas a descoberto”, nomeadamente nas regiões da Madeira e Açores e também de Castelo Branco, apelando aos profissionais dessas zonas que entrem em contacto com o grupo “no sentido de colaborar com este projeto”.

O organismo continua a receber pedidos de ajuda por parte de vítimas de violência sexual, com atendimentos online e presenciais. “Diversas situações estão a ser sinalizadas ao Ministério Público e à Igreja, permitindo o início dos respetivos processos de investigação”, informa o Grupo Vita, que pode ser contactado através da linha de atendimento telefónico (91 509 0000) ou do formulário para sinalizações, já disponível no site www.grupovita.pt.

 

Apoie o 7MARGENS e desconte o seu donativo no IRS ou no IRC

Irritações e sol na cara

Irritações e sol na cara novidade

“Todos os dias têm muito para correr mal, sim. Mas pode-se passar pela vida irritado? Apitos e palavras desagradáveis, respirações impacientes, sempre com o “não posso mais” na boca.” – A crónica de Inês Patrício, a partir de Berlim

A cor do racismo

A cor do racismo novidade

O que espero de todos é que nos tornemos cada vez mais gente de bem. O que espero dos que tolamente se afirmam como “portugueses de bem” é que se deem conta do ridículo e da pobreza de espírito que ostentam. E que não se armem em cristãos, porque o Cristianismo está nas antípodas das ideias perigosas que propõem.

Agenda

Fale connosco

Autores

 

Pin It on Pinterest

Share This