Abusos sexuais na Igreja

Grupo Vita recebeu “16 pedidos de ajuda” na primeira semana de funcionamento

| 30 Mai 2023

D. José Ornelas com o Grupo Vita, momentos antes da apresentação da nova equipa de acompanhamento das vítimas de abuso sexual na Igreja, a 26 de abril de 2022. Foto © António Marujo/7MARGENS.

 

O Grupo Vita “recebeu 16 pedidos de ajuda por parte de vítimas de violência sexual no contexto da Igreja Católica em Portugal” na sua primeira semana de funcionamento (entre 22 e 29 de maio), a “uma média aproximada de 3 situações por dia”, informa a agência Ecclesia.

O grupo, criado em abril pela Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), abriu na segunda-feira da semana passada a sua linha de atendimento telefónico. “De todos os contactos efetuados, apuraram-se 16 situações que estão já em fase de agendamento para atendimento presencial ou online, com vista à recolha de informação adicional e posterior encaminhamento e sinalização para as autoridades judiciais e autoridades canónicas”, informou a psicóloga Rute Agulhas, coordenadora da equipa, em comunicado.

Rute Agulhas interpreta “o contacto por parte de todas estas pessoas como um sinal claro de confiança em toda a equipa, independente e constituída apenas por especialistas na área da violência sexual”.

A coordenadora da equipa lembra que não tem “forma de contactar as pessoas que já anteriormente partilharam as suas vivências” e apela às vítimas de abuso sexual no contexto da Igreja Católica que entrem em contacto para que o grupo possa “ajudar da melhor forma”.

Para além do número de telefone (91 509 0000), o Grupo Vita dispõe de um site (www.grupovita.pt), a partir do qual vai ser possível também “sinalização de situações de violência sexual”.

A psicóloga adiantou ainda que os balanços sobre a atividade do Grupo Vita “serão feitos oportunamente” e anunciou “a apresentação do primeiro relatório de atividades para o dia 12 de dezembro de 2023”.

 

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