Henrique Joaquim: “Assistencialismo não tira da rua as pessoas sem-abrigo”
Henrique Joaquim descreve a realidade da população sem-abrigo, segundo os dados de 2018: cerca de 3.400 pessoas a nível nacional, menos de metade das quais efectivamente sem tecto (a viver na rua, em prédios abandonados ou em carros) e as que, mesmo não estando na rua estão sem casa (têm alojamento que pode ser temporário); a maior parte está na área metropolitana de Lisboa e são homens e muitas vezes vive ainda problemas de saúde, carência económica ou dependências.
O novo responsável da ENIS avisa que a boa vontade, quando não é organizada, pode ter efeitos perversos e diz que é um “mito urbano” a ideia de que há pessoas que preferem continuar a viver na rua: “Em oito anos de trabalho na rua, nunca encontrei ninguém que conscientemente me dissesse” isso, refere na entrevista, disponível no Público.
[related_posts_by_tax format=”thumbnails” image_size=”medium” posts_per_page=”3″ title=”Artigos relacionados” exclude_terms=”49,193,194″]










