Recordando lição da II Guerra Mundial

Igreja Presbiteriana condena invasão da Ucrânia

| 11 Mar 2022

coracao com as cores da bandeira da ucrania foto c pixelshot

A Igreja Evangélica Presbiteriana de Portugal “desafia a todos a participarem nas manifestações pela paz e no voluntariado”. Foto © Pixelshot.

 

A Igreja Evangélica Presbiteriana de Portugal condena a “invasão de um país soberano e apela a uma retirada das tropas, a um cessar fogo, a uma ação concertada de todos para cuidar das vítimas e reconstruir um país que está a ser intencionalmente arrasado”.

Num comunicado divulgado na quinta-feira, dia 10, a Igreja Evangélica Presbiteriana de Portugal afirma ainda que “ora por todas as mulheres, homens e crianças: ucranianos e russos que desejam a paz, mas que são arrastados para a guerra por interesses geopolíticos que se estão a sobrepor ao valor intrínseco de cada vida humana criada por Deus”. Além disso, “desafia a todos a participarem nas manifestações pela paz e no voluntariado, nas iniciativas de recolha de bens essenciais, no levantamento de fundos e a acolher com espírito de misericórdia, de coração e braços abertos a todos os refugiados de qualquer credo ou etnia que cheguem a Portugal”.

A tomada de posição recorda que, em 1948, na primeira Assembleia Geral do Conselho Mundial de Igrejas em Amsterdão, 150 igrejas do mundo inteiro declararam de forma unânime: “De acordo com a vontade de Deus, não deve haver guerra”. Manifestando a fidelidade a esta lição, que as Igrejas aprenderam com a II Guerra Mundial, a Igreja Evangélica Presbiteriana de Portugal “assume a sua vocação e compromisso de ser construtora da paz”.

 

Apoie o 7MARGENS e desconte o seu donativo no IRS ou no IRC

Irritações e sol na cara

Irritações e sol na cara novidade

“Todos os dias têm muito para correr mal, sim. Mas pode-se passar pela vida irritado? Apitos e palavras desagradáveis, respirações impacientes, sempre com o “não posso mais” na boca.” – A crónica de Inês Patrício, a partir de Berlim

A cor do racismo

A cor do racismo novidade

O que espero de todos é que nos tornemos cada vez mais gente de bem. O que espero dos que tolamente se afirmam como “portugueses de bem” é que se deem conta do ridículo e da pobreza de espírito que ostentam. E que não se armem em cristãos, porque o Cristianismo está nas antípodas das ideias perigosas que propõem.

Agenda

Fale connosco

Autores

 

Pin It on Pinterest

Share This