Dia dos Mártires

Igreja na Índia recorda massacre de 2008

| 10 Set 21

Treze anos depois da onda de violência que varreu o Estado de Orissa, na Índia, provocando mais de 100 mortos, a justiça é ainda uma miragem, denuncia a Fundação AIS.

De acordo com esta organização católica, calcula-se que mais de uma centena de pessoas foram mortas, milhares ficaram feridas, dezenas de mulheres foram violadas e quase 400  igrejas ou capelas acabaram destruídas, para além de 6500 casas, escolas e outras estruturas na região. 

Segundo a AIS, o balanço desta onda de violência contra os cristãos de Kandhamal, em 2008 — naquele que terá sido o ataque mais cruel contra esta comunidade religiosa nos últimos 300 anos na Índia — está ainda por concluir. 

A descrição da violência que teve início no dia 23 de agosto, após o assassinato de um líder hindu, não deixa ninguém indiferente, aponta a organização, com assassinatos, violações, roubos, destruição de casas e de igrejas, no que é descrito como “um verdadeiro massacre”. A violência prolongou-se durante várias semanas até ao mês de outubro. 

Desde 2016 que é celebrado pela Igreja em Orissa o dia dos Mártires. 

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“A longa viagem começa por um passo”, recriemos…

“A longa viagem começa por um passo”, recriemos… novidade

Inicio o meu quarto ano de uma escrita a que não estava habituada, a crónica jornalística. Nos primeiros três anos escrevi sobre a interculturalidade. Falei sobre o modo como podemos, por hipótese, colocar as culturas moçambicanas e portuguesa a dialogarem. Noutras vezes, inclui a cultura judaica, no diálogo com essas culturas. De um modo geral, tenho-me questionado sobre a cultura, nas suas diferentes manifestações: literatura, costumes, comportamentos sociais, práticas culturais, modos de ser, de estar e de fazer.

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