Novo Presidente da Zâmbia

Igreja pede prioridade à luta contra a corrupção

| 22 Ago 21

Charles Kasonde, foto The Catholic University of Eastern Africa

Charles Kasonde, bispo da diocese de Solwezi (Zâmbia), dirigiu uma mensagem ao recém-eleito Presidente do país. Foto © The Catholic University of Eastern Africa.

 

O novo Presidente da República, Hakainde Hichilema, “terá que fazer muito para lutar contra a corrupção tão difundida e sem precedentes” que se vive na Zâmbia, declarou este sábado, 21 de agosto, o bispo da diocese de Solwezi (Noroeste do país), Charles Kasonde, citado pelo Vatican News.

Declarado vencedor das eleições presidenciais no dia 16 de agosto com mais de 58% dos votos, Hakainde Hichilema, um empresário de 59 anos, tem sido visto com simpatia pela diplomacia ocidental e suscitado grande expetativa nos meios intelectuais daquele país de 18 milhões de habitantes que faz fronteira com Angola e Moçambique.

O anterior Presidente e candidato a novo mandato, Edgar Lungu, reconheceu a derrota, pelo que tudo aponta para uma transição pacífica do poder.

 

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Como resultado de uma evolução e saturação pessoais, cheguei ao ponto de ter medo, no próprio e exacto sentido da palavra, cada vez que vejo um padre ou um bispo aparecer na TV ou ser transcrito num jornal, porque é imensa a possibilidade de das suas bocas sair forte asneira e de os seus gestos e trejeitos serem comprometedores.

“Só posso agir como cristão, como me dita a consciência”

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Domingo, 17 de Outubro, no programa Página 2, da RTP2, António Moncada Sousa Mendes, autor do livro Aristides de Sousa Mendes – Memórias de um Neto evocou a memória do seu avô. Foi um depoimento também a referir essa perspectiva e a recordar o longo caminho de Aristides até este dia que o 7MARGENS pediu ao neto do primeiro português a ser declarado Justo Entre as Nações.

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Pandemia teve impacto devastador sobre liberdade de informação

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“Os ataques à liberdade de expressão por parte de governos, combinados com uma enchente de desinformação por todo o mundo durante a pandemia da covid-19, tiveram um impacto devastador sobre a capacidade das pessoas para acederem a informação precisa e oportuna, que as ajudasse a lidar com a crescente crise de saúde global.” A conclusão é da Amnistia Internacional.

Os dias não têm 24 horas

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E se de repente nos viessem dizer que cada dia passaria a ter apenas 16 ou 17 horas? Com a falta de tempo de que sempre nos queixamos iríamos, decerto, apanhar um susto. Não saberíamos como resolver tamanho corte e, com imensa probabilidade, entraríamos em stresse, esse companheiro que nos boicota a vida num padrão que, como alguém disse, se traduz por excesso de presente.

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