JMJ Lisboa 2023 já tem hino, mas nem todos apreciam o vídeoclip

| 28 Jan 21

A organização da Jornada Mundial da Juventude Lisboa 2023 divulgou nesta quarta-feira, 27, o hino oficial da iniciativa, que decorrerá na capital portuguesa daqui a dois anos e meio. A canção “Há Pressa no Ar” foi escolhida através de um concurso com mais de uma centena de participantes portugueses. A letra é do padre João Paulo Vaz (diocese de Coimbra), a música de Pedro Ferreira e os arranjos de Carlos Garcia.

O anúncio oficial de Lisboa como sede da edição da JMJ foi feito precisamente dois anos antes, no Panamá, na última edição da iniciativa.

A apresentação da música foi acompanhada de um videoclip que, entre muitos elogios ao tema, foi acompanhado de algumas críticas nos comentários do canal YouTube, por não incluir diversidade de etnias e condições sociais dos jovens que aparecem.

Ler mais aqui e ver o vídeo a seguir:

 

Pregos no caixão

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Como resultado de uma evolução e saturação pessoais, cheguei ao ponto de ter medo, no próprio e exacto sentido da palavra, cada vez que vejo um padre ou um bispo aparecer na TV ou ser transcrito num jornal, porque é imensa a possibilidade de das suas bocas sair forte asneira e de os seus gestos e trejeitos serem comprometedores.

“Só posso agir como cristão, como me dita a consciência”

Aristides com honras de Panteão

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Domingo, 17 de Outubro, no programa Página 2, da RTP2, António Moncada Sousa Mendes, autor do livro Aristides de Sousa Mendes – Memórias de um Neto evocou a memória do seu avô. Foi um depoimento também a referir essa perspectiva e a recordar o longo caminho de Aristides até este dia que o 7MARGENS pediu ao neto do primeiro português a ser declarado Justo Entre as Nações.

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Pandemia teve impacto devastador sobre liberdade de informação

Relatório da Amnistia Internacional

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“Os ataques à liberdade de expressão por parte de governos, combinados com uma enchente de desinformação por todo o mundo durante a pandemia da covid-19, tiveram um impacto devastador sobre a capacidade das pessoas para acederem a informação precisa e oportuna, que as ajudasse a lidar com a crescente crise de saúde global.” A conclusão é da Amnistia Internacional.

Os dias não têm 24 horas

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E se de repente nos viessem dizer que cada dia passaria a ter apenas 16 ou 17 horas? Com a falta de tempo de que sempre nos queixamos iríamos, decerto, apanhar um susto. Não saberíamos como resolver tamanho corte e, com imensa probabilidade, entraríamos em stresse, esse companheiro que nos boicota a vida num padrão que, como alguém disse, se traduz por excesso de presente.

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