Dias 12 e 13 de abril

Jovens do secundário invadem Bragança

| 11 Abr 2024

Mãos em forma de coração, amor. Foto DR

“Ecoar no coração” é o tema principal deste encontro. Foto: Direitos reservados

 

O Encontro Nacional de Alunos de Educação Moral e Religiosa Católica do Ensino Secundário vai realizar-se pela primeira vez em Bragança, considerado “o cenário perfeito” pelo professor Jorge Novo, da equipa coordenadora do acontecimento promovido pelo Secretariado Nacional da Educação Cristã (SNEC). É o 12º encontro deste tipo, será nos dias 12 e 13 de abril, tem como lema “Ecoar no coração” e conta com uma participação recorde: 2762 alunos e 238 professores.

“Os alunos e professores terão tempo e oportunidade, num Itinerário dos Sentidos, de conhecer a nossa região, os produtos, a cultura, as tradições, a arte, a Língua e Cultura Mirandesa, a fauna e a flora, a paisagem, as vivências e o património, por disponibilização de alguns ateliers e realização de múltiplas e significativas atividades”, referem os organizadores.

O objetivo é proporcionar uma “experiência exploratória e imersiva para que as diversas vivências sensoriais de cada momento possam ecoar no mais íntimo e recôndito de cada participante”. “Será pelos espaços da cidade que os participantes terão oportunidade de ver, escutar, tatear, cheirar e degustar diversas experiências, a fechar os olhos e ver mais além, sentir os aromas que despertam o olfato e a exalar lufadas de fraternidade”, continua Jorge Novo.

“Que o coração não hesite: Entre quien seia /entre quem é”, constitui o grande princípio deste encontro, que unirá os alunos com laços de fraternidade. “Queremos que subam e se adentrem pelas joias que são o castelo e a Domus Municipalis e que nas muralhas em forma de coração se realize um laço humano, como que, em fraternidade, se possa abraçar desde Bragança todas as Escolas de Portugal”, diz.

Dina Pinto, 50 anos, natural da Covilhã, docente de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) desde 1997, leciona no Agrupamento de Escolas Abade de Baçal, em Bragança, e conta ao 7MONTES que este acontecimento “é um espaço de partilha, de encontro, de reflexão e de convívio fraterno. Um espaço que ajuda a criar laços, a construir pontes e a fomentar o crescimento em humanidade e profundidade, abrindo horizontes à ressignificação da vida”.

Sobre o futuro da EMRC, diz que a disciplina deve ser “urgente, necessária e aliciante”. Urgente porque centrada na construção de um itinerário que ajude o jovem a tomar decisões fundamentadas sobre a sua vida, a colocar as perguntas e a descobrir as respostas para que a sua vida tenha mais sentido. Necessária porque nas diferentes dimensões que cultiva contribui para que a vida de cada pessoa seja mais completa. Aliciante porque aberta à singularidade de cada pessoa, através de propostas que desafiam, aproximam, mobilizam e transformam”. É assim que Dina entende “a enorme responsabilidade” por acompanhar os jovens na formação do seu caráter.

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