
Os seis novos voluntários, na imagem, irão desenvolver projetos em Angola e São Tome e Príncipe. Foto © Leigos para o Desenvolvimento.
A Associação Leigos para o Desenvolvimento (LD) enviará neste mês de setembro seis novos voluntários para missão. Com idades compreendidas entre os 21 e os 28 anos e oriundos de diferentes pontos do país, estes jovens irão estar um ano em Angola e São Tomé e Príncipe, “integrando projetos em áreas fundamentais como Formação e Educação, Dinamização e Organização Comunitária, Empreendedorismo e Empregabilidade”.
Os novos voluntários “passaram por uma formação dinamizada pela própria organização ao longo de um ano, nomeadamente na área do voluntariado, do desenvolvimento, da vida espiritual e em comunidade. Na fase final, tiveram uma formação específica sobre os projetos de desenvolvimento em que vão trabalhar”, informa a LD em comunicado enviado ao 7MARGENS.
Roberto, 24 anos, natural de Esposende, é um deles. Vai estar na missão dos Leigos para o Desenvolvimento no Alto Catumbela, em Angola, e será responsável por dar continuidade à promoção cultural. “Estarei a coordenar o Grupo de Teatro Ombwebwa (Paz), com o objetivo de autonomizar uma equipa na sua gestão e procurar a realização de novas peças de teatro. Para além disto, tenho ao meu encargo a continuidade de um estudo etnográfico, que recolheu várias histórias de vida sobre pessoas reais e que promete dar a conhecer o quotidiano do Alto Catumbela através de exposições, um documentário e um livro”, explica.
“Para assinalar e abençoar a partida destes novos voluntários em missão”, os LD celebram uma Missa de Envio no próximo dia 10 de setembro, às 13h00, na Igreja do Colégio São João de Brito, em Lisboa.
Os Leigos para o Desenvolvimento são uma ONGD católica, que trabalha há mais de 35 anos em prol do desenvolvimento integral e integrado em países de expressão portuguesa. Atualmente, conta com projetos em Angola, Portugal e São Tomé e Príncipe, e o trabalho no terreno é feito através de jovens voluntários que permanecem pelo período mínimo de um ano como facilitadores para criar a possibilidade do autodesenvolvimento das comunidades. Beneficiaram dos seus projetos, no último ano, cerca de 20.000 pessoas/ano e já partiram em missão mais de 450 voluntários.









