Líderes religiosos pedem proibição de terapia de “conversão”

| 21 Dez 2020

Homofobia. Homossexualidade

Com a declaração, os líderes religiosos pretendem afirmar a dignidade de todas as pessoas (Na foto: manifestação em Estrasburgo, em 2013, contra a homofobia). Foto © Claude Truong-Ngoc/WikiCommons

 

Mais de 370 líderes espirituais internacionais a proibição global da terapia de “conversão” LGBT, uma prática que visa mudar a orientação sexual ou identidade de género de uma pessoa.

Para além desta medida, a declaração, divulgada na última semana, pede igualmente o fim da criminalização de pessoas com base na sua orientação sexual ou identidade de género e da violência contra pessoas LGBT, noticiou o The New York Times.

A Global Interfaith Commission on LGBT + Lives, grupo inter-religioso que trabalha sobre a questão, promoveu a declaração dizendo que ela é um esforço “para afirmar e celebrar a dignidade de todos, independentemente da sexualidade, expressão de género e identidade de género de uma pessoa”.

Os signatários provêm de mais de 35 países e incluem o Nobel da Paz arcebispo emérito anglicano Desmond M. Tutu, da África do Sul, e o rabi Mel Gottlieb, presidente da Academia da Religião Judaica, na Califórnia.

Entre os signatários, estão nove arcebispos e 51 bispos anglicanos, responsáveis metodistas, baptistas e católicos (incluindo o bispo de Georgetown, na Guiana, e Timothy Radcliffe, antigo geral dos dominicanos), além de 65 rabis judeus e vários líderes sikh, muçulmanos, budistas e hindus.

 

Catarina Pazes: “Sem cuidados paliativos, não há futuro para o SNS”

Entrevista à presidente da Associação Portuguesa

Catarina Pazes: “Sem cuidados paliativos, não há futuro para o SNS” novidade

“Se não prepararmos melhor o nosso Serviço Nacional de Saúde do ponto de vista de cuidados paliativos, não há maneira de ter futuro no SNS”, pois estaremos a gastar “muitos recursos” sem “tratar bem os doentes”. Quem é o diz é Catarina Pazes, presidente da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP) que alerta ainda para a necessidade de formação de todos os profissionais de saúde nesta área e para a importância de haver mais cuidados de saúde pediátricos.

Apoie o 7MARGENS e desconte o seu donativo no IRS ou no IRC

Bahá’ís plantam árvores em Lisboa, para que a liberdade religiosa floresça em todo o mundo

Em memória das "dez mulheres de Shiraz"

Bahá’ís plantam árvores em Lisboa, para que a liberdade religiosa floresça em todo o mundo

Quem passar pela pequena zona ajardinada junto ao Centro Nacional Bahá’í, na freguesia lisboeta dos Olivais, vai encontrar dez árvores novas. São jacarandás e ciprestes, mas cada um deles tem nome de mulher e uma missão concreta: mostrar – tal como fizeram as mulheres que lhes deram nome – que a liberdade religiosa é um direito fundamental. Trata-se de uma iniciativa da Junta de Freguesia local, em parceria com a Comunidade Bahá’í, para homenagear as “dez mulheres de Shiraz”, executadas há 40 anos “por se recusarem a renunciar a uma fé que promove os princípios da igualdade de género, unidade, justiça e veracidade”.

Agenda

Fale connosco

Autores

 

Pin It on Pinterest

Share This