700 anos da morte do poeta

Cardeal Tolentino abre Dias de Dante em Lisboa

| 21 Set 21

Monumento a Dante, em Florença, Itália. Foto: Clément Bardot, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons.

 

Nos 700 anos da morte de Dante Alighieri, Lisboa acolhe os Dias de Dante, uma oportunidade para revisitar ou conhecer este poeta italiano “cuja obra marca profundamente a memória coletiva do Ocidente”. A iniciativa abre com uma exposição e uma conferência do cardeal Tolentino Mendonça na Fundação Gulbenkian, em Lisboa. 

Além da exposição e da conferência, um colóquio internacional e dois ciclos de encontros convidam investigadores, amantes da literatura e o público em geral a entrar no universo deste nome maior da poesia ocidental.

Dante será celebrado ao longo do outono, com o arranque destas iniciativas marcadas pela inauguração de uma exposição com o título Visões de Dante: o Inferno de Botticelli, em que será apresentada ao público português uma seleção de manuscritos e de edições raras da Divina Comédia, também vindas da Biblioteca Apostólica Vaticana. A iniciativa que decorre na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, será assinalada por uma conferência presencial do cardeal José Tolentino de Mendonça, arquivista do Arquivo Apostólico do Vaticano e bibliotecário da Biblioteca Apostólica do Vaticano (quinta-feira, 23, às 19h00).

No sábado, 25, é a vez de um colóquio internacional sobre Dante: um poeta do nosso tempo, com especialistas a discutirem o impacto da Divina Comédia na cultura ocidental, bem como a sua ligação com o contexto religioso e político da época em que foi escrita.

Por fim, nas semanas seguintes, dois ciclos de encontros – sob o mote de Lições sobre Dante – reúnem vários especialistas, nacionais e internacionais. No próximo dia 27 de setembro Alberto Manguel e Lina Bolzoni estarão na primeira sessão do ciclo, para falarem sobre poesia e memória a partir da obra de Dante.

 

Nós somos porque eles foram. E nós seremos nos que vierem a ser.

Nós somos porque eles foram. E nós seremos nos que vierem a ser. novidade

A homenagem aos que perderam as suas vidas nesta pandemia é uma forma de reconhecermos que não foram só os seus dias que foram precoce e abruptamente reduzidos, mas também que todos nós, os sobreviventes, perdemos neles um património imenso e insubstituível. Só não o perderemos totalmente se procurarmos valorizá-lo, de formas mais ou menos simbólicas como é o caso da Jornada da Memória e da Esperança deste fim-de-semana, mas também na reflexão sobre as nossas próprias vidas e as das gerações que nos sucederão.

Parlamento aprovou voto de solidariedade com vítimas da pandemia e iniciativa cidadã

Jornada da Memória e da Esperança

Parlamento aprovou voto de solidariedade com vítimas da pandemia e iniciativa cidadã novidade

A Assembleia da República (AR) manifestou o seu apreço pela Jornada de Memória e Esperança, que decorre neste fim-de-semana em todo o país, através de um voto de solidariedade com as vítimas de covid-19 e com as pessoas afectadas pela pandemia, bem como com todos os que ajudaram no seu combate, com destaque para os profissionais de saúde.

Apoie o 7MARGENS e desconte o seu donativo no IRS ou no IRC

Fale connosco

Pin It on Pinterest

Share This