Novo livro de Luís Soares Barbosa

“Longos Dias Breve o Medo” apresentado em Braga, Guimarães e Porto

| 20 Mai 2022

Ilustração da capa do livro de Luís Soares Barbosa. © Catarina Barbosa.

Ilustração da capa do livro de Luís Soares Barbosa. © Catarina Barbosa.

 

Decorre na tarde deste sábado, 21, a partir das 15h30, a sessão de apresentação de Longos Dias Breve o Medo, o novo livro de poesia de Luís Soares Barbosa. A apresentação da obra, editada pela Officium Lectionis, será feita por Eduardo Jorge Madureira, que integra a equipa do 7MARGENS, e terá lugar na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva (BLCS), em Braga, com entrada livre.

Luís Soares Barbosa publicou onde sopra o vento (Edições Quasi, 2004), embora seja noite (2007), sobre fio de lume (2008), ambos na Cosmorama. Em 2016, a Câmara Municipal de Braga editou e fico só e falo com as sombras, livro distinguido com o Prémio Literário Maria Ondina Braga, que o próprio entende como um “pequeno roteiro para uma fotobiografia da Maria Ondina Braga”.

Profissionalmente, Luís Soares Barbosa é professor catedrático da Escola de Engenharia da Universidade do Minho, diretor do Departamento de Informática daquela Escola e investigador sénior no INESC-TEC. Desde 2016 é também diretor adjunto da Unidade Operacional em Governação Eletrónica da Universidade das Nações Unidas.

O livro terá ainda sessões de apresentação em Guimarães no próximo dia 28, às 21h30 (Livraria Rimas e Tabuadas) e no Porto, ao fim da tarde de 1 de julho, no âmbito de um colóquio da Cátedra Poesia e Transcendência, da Universidade Católica. Além do texto referido antes, Luís Soares Barbosa publicou no 7MARGENS uma evocação de Fernando Echevarría, por altura da morte deste poeta, em Outubro do ano passado.)

Reproduz-se a seguir um poema incluído no novo livro, divulgado pela BLCS:

não são lugares, luzeiros, estorninhos,
tardes de chuva onde os dedos pousem
ou o olhar se cale.
não são ecos, eixos, gradações,
imagens soletradas, palavras em excesso,
quando o corpo cai.
colecciono, porém, as irregulares ondulações da pele,
se é propícia a fuga, o sítio onde
junto, às vezes, rios,
uma mulher tangendo as águas divididas,
seu rebanho volúvel e fantástico.
colecciono em chama a carne viva.

 

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