Em reunião com "Movimento por Cabo Delgado"

Marcelo considera insuficiente o apoio dado a Moçambique

| 9 Jul 21

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Na reunião com o Presidente da República estiveram presentes elementos da Cáritas Portuguesa, Comissão Nacional de Justiça e Paz, Fundação Fé e Cooperação, Fundação Gonçalo da Silveira, Fundação AIS e Rosto Solidário. Foto © Rui Ochoa/Presidência da República.

 

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, reconheceu que o apoio prometido até agora pelas instituições europeias é insuficiente para a dimensão do problema da região moçambicana de Cabo Delgado, durante uma reunião com representantes do Movimento por Cabo Delgado, que decorreu esta quinta-feira, 8 de julho, no Palácio de Belém. O encontro foi o culminar de um conjunto de reuniões já realizadas com eurodeputados, grupos parlamentares e membros do Governo.

De acordo com o comunicado enviado ao 7MARGENS pelo movimento, Marcelo mostrou-se sensível às questões apresentadas e reconheceu a importância do trabalho que tem vindo a ser realizado pelas várias organizações que o compõem, nomeadamente no esforço do encaminhamento de ajuda humanitária para Moçambique. O Presidente manifestou ainda total disponibilidade para colaborar, mobilizando mais apoios junto da CPLP e dos seus homólogos na União Europeia, e procurando manter também a questão de Cabo Delgado na agenda mediática.

Na reunião estiveram presentes elementos da Cáritas Portuguesa, Comissão Nacional de Justiça e Paz, Fundação Fé e Cooperação, Fundação Gonçalo da Silveira, Fundação AIS e Rosto Solidário, em representação de mais de quatro dezenas de organizações nacionais que fazem parte desta iniciativa da sociedade civil, as quais “prestam apoio no terreno e pretendem uma maior mobilização e sensibilização dos portugueses na ajuda humanitária às populações deslocadas de Cabo Delgado em Moçambique”.

 

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Inicio o meu quarto ano de uma escrita a que não estava habituada, a crónica jornalística. Nos primeiros três anos escrevi sobre a interculturalidade. Falei sobre o modo como podemos, por hipótese, colocar as culturas moçambicanas e portuguesa a dialogarem. Noutras vezes, inclui a cultura judaica, no diálogo com essas culturas. De um modo geral, tenho-me questionado sobre a cultura, nas suas diferentes manifestações: literatura, costumes, comportamentos sociais, práticas culturais, modos de ser, de estar e de fazer.

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