
Na reunião com o Presidente da República estiveram presentes elementos da Cáritas Portuguesa, Comissão Nacional de Justiça e Paz, Fundação Fé e Cooperação, Fundação Gonçalo da Silveira, Fundação AIS e Rosto Solidário. Foto © Rui Ochoa/Presidência da República.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, reconheceu que o apoio prometido até agora pelas instituições europeias é insuficiente para a dimensão do problema da região moçambicana de Cabo Delgado, durante uma reunião com representantes do Movimento por Cabo Delgado, que decorreu esta quinta-feira, 8 de julho, no Palácio de Belém. O encontro foi o culminar de um conjunto de reuniões já realizadas com eurodeputados, grupos parlamentares e membros do Governo.
De acordo com o comunicado enviado ao 7MARGENS pelo movimento, Marcelo mostrou-se sensível às questões apresentadas e reconheceu a importância do trabalho que tem vindo a ser realizado pelas várias organizações que o compõem, nomeadamente no esforço do encaminhamento de ajuda humanitária para Moçambique. O Presidente manifestou ainda total disponibilidade para colaborar, mobilizando mais apoios junto da CPLP e dos seus homólogos na União Europeia, e procurando manter também a questão de Cabo Delgado na agenda mediática.
Na reunião estiveram presentes elementos da Cáritas Portuguesa, Comissão Nacional de Justiça e Paz, Fundação Fé e Cooperação, Fundação Gonçalo da Silveira, Fundação AIS e Rosto Solidário, em representação de mais de quatro dezenas de organizações nacionais que fazem parte desta iniciativa da sociedade civil, as quais “prestam apoio no terreno e pretendem uma maior mobilização e sensibilização dos portugueses na ajuda humanitária às populações deslocadas de Cabo Delgado em Moçambique”.










