Ramadão no Reino Unido

Metade dos muçulmanos não consegue quebrar jejum

| 3 Abr 2022

 

O aumento do custo de vida e os cortes nos apoios sociais decididos pelo Governo de Boris Johnson fazem com que quase metade dos muçulmanos da Grã-Bretanha não tenha comida suficiente para quebrar o jejum durante este Ramadão (1 de abril a 1 de maio). A informação foi divulgada pelo Conselho Muçulmano da Grã-Bretanha e noticiada no The Muslim Times de 3 de abril.

O jornal recorda que 46 por cento da população muçulmana britânica vive nas áreas mais carenciadas do Reino Unido e que as instituições de caridade islâmicas estão submergidas em pedidos de ajuda e relatam o recurso generalizado da população muçulmana aos bancos alimentares.

 

Vai nascer uma “Aldeia da Esperança” nos Açores, inspirada em Taizé

Proposta pelo Conselho Pastoral Diocesano

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“Organizar uma `Aldeia da Esperança´, dirigida aos jovens, em formato de acampamento, seguindo o modelo de Taizé, a decorrer no verão, de preferência na ilha de São Jorge, no Santuário do Senhor Santo Cristo da Caldeira”: esta é uma das várias propostas feitas pelo Conselho Pastoral Diocesano de Angra – reunido em Ponta Delgada entre os dias 8 e 10 de junho – que irá passar do papel à prática.

Lembrar Aristides de Sousa Mendes, “seguir a voz da consciência” e também hoje “salvar vidas”

Comissão Justiça e Paz de Braga

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A Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de Braga associa-se à comemoração do Dia da Consciência – que se celebra anualmente a 17 de junho em homenagem a Aristides de Sousa Mendes – através de uma mensagem que assinala a importância de, tal como fez o cônsul de Portugal em Bordéus no século passado, “seguir a voz da consciência” e assim contribuir, no tempo presente, para “salvar vidas”.

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Jornalista Zhang Zhan foi libertada pelas autoridades chinesas

Após quatro anos de detenção

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Após quatro anos de detenção, a jornalista Zhang Zhan foi libertada pelas autoridades chinesas. Numa mensagem divulgada esta terça-feira, 11 de junho, a Amnistia Internacional apela às autoridades chinesas que garantam que Zhang Zhan seja autorizada a circular livremente e a comunicar com pessoas dentro e fora da China, e ainda que ela e a sua família não fiquem sujeitas a vigilância ou assédio, devendo ter pleno acesso a tratamento médico após a sua experiência traumática.

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