Milhões de pessoas e muitas cidades na greve estudantil pelo clima

| 15 Mar 2019

Milhões de pessoas e muitas cidades na greve estudantil pelo clima

| 15 Mar 19

Alguns milhares de pessoas em Lisboa e em vários outras cidades do país e muitos milhões pelo mundo fora: a greve estudantil pelo clima foi um êxito em diversos lugares e mobilizou muitos jovens. Em Lisboa, a marcha começou no Largo Camões, desceu a Calçada do Combro em direcção ao Parlamento e, aí, encheu o largo fronteiro. Em todo o mundo, muitos jovens saíram à rua com uma mensagem crítica das opções que têm sido tomadas e um apelo claro: não há um planeta B, a Terra pode morrer se não for invertida rapidamente a marcha para o desastre, são necessárias soluções urgentes para o que se passa

A jovem Greta Thunberg, 16 anos, a activista sueca que inspirou e tem dinamizado este movimento mundial contra as políticas que levam às alterações climáticas, subscreveu entretanto um manifesto, no qual afirma que os estudantes não tinham outras opões, se não as de chamar a atenção do problema através deste meio. “Este movimento tinha de acontecer, nós não temos escolhas. A maior parte dos grevistas que estão mobilizados ainda não podem votar. Imaginem o que isso significa. Apesar da crise climática, apesar de conhecermos os factos não temos possibilidade de falar sobre as alterações climáticas com aqueles que têm poder de decisão”, diz o texto.

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Nada se perde: um antigo colégio dos Salesianos é o novo centro de acolhimento do Serviço Jesuíta aos Refugiados

Inaugurado em Vendas Novas

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O apelo foi feito pelo Papa Francisco: utilizar os espaços da Igreja Católica devolutos ou sem uso para respostas humanitárias. Os Salesianos e os Jesuítas em Portugal aceitaram o desafio e, do antigo colégio de uns, nasceu o novo centro de acolhimento de emergência para refugiados de outros. Fica em Vendas Novas, tem capacidade para 120 pessoas, e promete ser amigo das famílias, do ambiente, e da comunidade em que se insere.

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Nos últimos tempos muito se tem falado e escrito sobre escravatura e racismo no nosso país. Temas que nos tocam e que fazem parte da nossa história os quais não podemos esconder. Não assumir esta dupla realidade, é esconder partes importantes da nossa identidade. Sim, praticámos a escravatura ao longo de muitos séculos, e continuamos a fechar os olhos a situações de exploração de pessoas imigradas, a lembrar tempos de servidão.[Texto de Florentino Beirão]

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[Nas margens da filosofia (LXIV)]

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O livro de Josep Esquirol, A Escola da Alma, é uma obra em que a espiritualidade e a filosofia se cruzam, ao ritmo das Bem-Aventuranças. Esquirol fala-nos da escola como instituição, mas também da relação que ela tem (ou teve) connosco, com a sociedade, com a ética e com a transcendência.

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Uma nova exposição de pintura e de escultura é inaugurada no Consolata Museu, em Fátima, este sábado, 22 de junho, às 17 horas. Intitulada “A Bíblia – Experiências tangíveis”, a mostra reúne um conjunto de obras de arte criadas por 34 artistas de Itália e de Portugal, que podem ser apreciadas… de olhos vendados.

Sete Partidas

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O último dia de “Reflexos e Reflexões” prometia uma tarde bem preenchida: o debate sobre “o 7 de outubro, a guerra em Gaza e as sombras da Shoah e da Nakba”, e a peça de teatro “House”, de Amos Gitai, pelo teatro La Colline. Aqui deixo uma síntese do debate, que tentei fazer com a maior fidedignidade possível, a partir dos apontamentos que fui tomando (era proibido tirar fotografias ou fazer gravações, para garantir que todos se sentiam mais livres para falar). [Texto de Helena Araújo]

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sobre as águas

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Breve comentário do p. António Pedro Monteiro aos textos bíblicos lidos em comunidade, no Domingo XII do Tempo Comum B. ⁠Hospital de Santa Marta⁠, Lisboa, 22 de Junho de 2024.

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Uma tarde para aprender a “estar neste mundo como num grande templo”

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