Atentado

Morte do padre Jacques Hamel pode ter sido planeada desde a Síria

| 27 Jul 21

O padre Jacques Hamel foi degolado em plena missa. Foto DR

 

Quando passam 5 anos sobre o assassinato, em plena missa, do padre Jaques Hamel, de 86 anos de idade, degolado em plena Igreja de Saint-Étienne-du-Rouvray, em Rouen, crescem as suspeitas de que este não tenha sido um trabalho de um lobo solitário.

Segundo o semanário francês ‘La Vie’, que teve acesso a informações oficiais sobre o crime que chocou a opinião pública, não se confirma a tese inicial de que se tratou do “ataque de um lobo solitário”, mas sim uma “operação habilmente preparada” desde a Síria, em que “nenhum elemento foi deixado ao acaso”. O mentor do crime foi identificado, escreve o ‘La Vie’, como sendo o cidadão francês Rahid Kassim, na altura na Síria após ter ingressado no Daesh.

Nascido em Roanne, no Loire, filho de pai iemenita e mãe argelina, foi ele quem terá pedido a Adel Kermiche e Abdel-Malik Petitjean para executarem o ataque, tendo ambos sido mortos pelas forças de segurança após terem assassinado o padre Hamel.

Na análise aos documentos, o semanário francês afirma ainda que Kassim já teria estado envolvido no assassinado de dois agentes da polícia, em 2016, e num ataque frustrado à catedral de Notre Dame, na cidade de Paris, também nesse ano.

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