No Angelus

Não a uma fé interesseira e milagreira, apelou o Papa Francisco

| 2 Ago 21

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Foto de Arquivo: Papa Francisco no Angelus. Foto © Direitos Reservados

 

“Entre as muitas tentações, que temos na vida, há uma que poderíamos chamar tentação idólatra. É a que nos leva a buscar a Deus para o nosso uso e consumo, para resolver problemas, para ter, graças a Ele, o que não podemos obter por nós mesmos. Por interesse nosso”, alertou este domingo o Papa Francisco.

Na habitual reflexão antes da oração do Angelus, a propósito da leitura do Evangelho de João 6:24-35, o Papa teceu várias considerações sobre uma fé “milagreira”, “mágica” e “imatura”, onde em vez de Deus existe o pequeno mundo de necessidades e interesses de cada um.

Centrando-se no tema evangélico do dia, explicou o Papa:

“O convite do Evangelho é este: em vez de nos preocuparmos apenas com o pão material que nos alimenta, acolhamos Jesus como pão da vida e, a partir da amizade com ele, aprendamos a amar-nos uns aos outros. Com gratuidade e sem cálculos, (…) sem usar as pessoas”.

“O amor verdadeiro é altruísta, é gratuito: não se ama para se receber um favor em troca, isso é interesse. E tantas vezes somos interesseiros, na vida”, assinalou.

“Não se trata – concluiu – de acrescentar práticas religiosas ou observar preceitos especiais; é acolher Jesus na vida, viver uma história de amor com Ele. Será Ele a purificar a nossa fé”.

 

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Domingo, 17 de Outubro, no programa Página 2, da RTP2, António Moncada Sousa Mendes, autor do livro Aristides de Sousa Mendes – Memórias de um Neto evocou a memória do seu avô. Foi um depoimento também a referir essa perspectiva e a recordar o longo caminho de Aristides até este dia que o 7MARGENS pediu ao neto do primeiro português a ser declarado Justo Entre as Nações.

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“Os ataques à liberdade de expressão por parte de governos, combinados com uma enchente de desinformação por todo o mundo durante a pandemia da covid-19, tiveram um impacto devastador sobre a capacidade das pessoas para acederem a informação precisa e oportuna, que as ajudasse a lidar com a crescente crise de saúde global.” A conclusão é da Amnistia Internacional.

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E se de repente nos viessem dizer que cada dia passaria a ter apenas 16 ou 17 horas? Com a falta de tempo de que sempre nos queixamos iríamos, decerto, apanhar um susto. Não saberíamos como resolver tamanho corte e, com imensa probabilidade, entraríamos em stresse, esse companheiro que nos boicota a vida num padrão que, como alguém disse, se traduz por excesso de presente.

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