“Há duas palavras que, quando alguns falam de doenças terminais, as confundem: incurável e in-cuidável. E não são a mesma coisa”, alerta Francisco n’O Vídeo do Papa de fevereiro, divulgado esta terça-feira, 30 de janeiro. Nele, lembra que “mesmo quando existam muito poucas possibilidades de cura”, todos os doentes têm direito ao acompanhamento médico, psicológico, espiritual e humano. E é preciso cuidar também das suas famílias.
“As famílias não podem ficar sozinhas nesses momentos difíceis. O seu papel é decisivo. Devem ter os meios adequados para desenvolver o apoio físico, o apoio espiritual, o apoio social”, refere Francisco no mais recente vídeo desenvolvido pela Rede Mundial de Oração do Papa (Apostolado da Oração).
Lembrando as palavras de São João Paulo II – “curar se é possível, cuidar sempre”-, Francisco sublinha a importância dos cuidados paliativos, que devem garantir ao paciente “não somente a atenção médica, mas também um acompanhamento humano e próximo”.
O Papa reconhece que “nem sempre se consegue a cura. Porém sempre podemos cuidar do doente, acariciar o enfermo”, por isso conclui o vídeo pedindo as orações e o compromisso de todos para que “os doentes terminais e suas famílias recebam sempre os cuidados e o acompanhamento necessários, tanto do ponto de vista médico como humano”.










