Nova Zelândia aprova lei do aborto quase sem restrições
A Nova Zelândia aprovou uma lei do aborto, que permite interromper a gravidez sem ter que dar qualquer razão até às 20 semanas, no que passa a ser uma das leis mais liberais do mundo sobre a matéria. Até final da gravidez, entretanto, a mulher também pode abortar se tiver a aprovação dos médicos para o fazer, no caso de haver risco para a sua saúde ou problemas com o bebé – por exemplo, no caso de bebés que tenham síndrome de Down.
Esta nova lei revoga a legislação existente até aqui, e era uma das batalhas políticas assumidas pela primeira-ministra do país, Jacinta Ardern. A maioria parlamentar que aprovou a nova lei bloqueou também a possibilidade de objecção de consciência e, para os que se opuseram ao novo diploma, ele abre a porta, inclusive, ao aborto selectivo por sexo.
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