Angelus

“O pão da vida” é também “o ‘pão’ de emprego”, afirma o Papa

| 8 Ago 21

Papa Francisco, Angelus, Domingo da Alegria. 13 Dezembro 2020. Vaticano. Praça de São Pedro

Aloucação do Angelus de dia 13 de dezembro de 2020, Domingo da Alegria, com o Papa Francisco. Praça de São Pedro. Foto © Tony Neves

 

Uma afirmação de Jesus – “Eu sou o pão da vida” – inspirou a meditação do Papa Francisco no Angelus deste domingo, dia 8, na Praça São Pedro. Francisco incentivou uma reflexão sobre o que significa “o pão da vida”. Os “que têm fome não pedem comida refinada e cara, pedem pão”, recordou o Papa, acrescentando que “os desempregados não pedem salários enormes, mas sim o ‘pão’ de um emprego”.

Recordando que Jesus fala por parábolas, como quando diz: “Eu sou o pão da vida”, Francisco explica que essa expressão resume todo o ser e toda a missão de Cristo. “Jesus revela-se como o pão, ou seja, o essencial, o necessário para a vida de cada dia”.

Para o Papa, apenas Jesus “alimenta nossas almas, só Ele nos perdoa daquele mal que não podemos vencer por nós mesmos, só Ele nos faz sentir amados mesmo que todos nos decepcionem, só Ele nos dá a força para amar e perdoar nas dificuldades, só Ele dá ao coração a paz que busca, só Ele dá a vida para sempre quando a vida aqui termina.”

O Angelus é uma oração que recorda o Mistério da Encarnação. É recitada três vezes ao dia, às 6 da manhã, ao meio-dia e às 18 horas, momento em que é tocado o sino do Angelus. É também a oração recitada pelos papas na Praça São Pedro ao meio-dia de domingo e nas Solenidades. Antes de recitarem o Angelus, os pontífices fazem uma breve reflexão inspirando-se nas leituras do dia e, frequentemente, olhando para temas da actualidade.

 

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