O toque e o cuidado na Semana da Vida da Igreja Católica

| 10 Mai 2021

Redescobrir a Vida que nos toca” é o objetivo do DNPF

 

“A vida que nos toca, a vida que sempre cuidamos” é o tema genérico da Semana da Vida que a Igreja Católica promove desde este domingo, 9, até ao próximo, dia 16 de Maio. A iniciativa, organizada pelo Departamento Nacional de Pastoral Familiar (DNPF), pretende abranger diferentes temas em cada um dos dias da semana: cuidado da casa comum (nesta segunda, 10), a vida que nasce (terça, 11), a educação e o futuro das novas gerações (quarta, 12), os jovens (quinta, 13), os idosos (sexta, 14) e a família (sábado, 15).

Entre outras coisas, a um ritmo diário, a equipa do DNPF oferecerá um vídeo com uma introdução ao tema do dia, proposta pelo cardeal Tolentino Mendonça. No programa, que pode ser consultado na íntegra na página do Departamento, prevê-se ainda uma tertúlia com a participação de convidados, todas as noites. E propõem-se também acções concretas para realizar diariamente e fazem-se ainda propostas culturais (filmes, livros, obras de arte) relacionadas com o assunto do dia. Entre estas últimas, contam-se por exemplo um filme sobre a encíclica Laudato si’, acerca do cuidado com a casa comum, destinado a crianças.

“No contexto de pandemia que temos vivido, a nossa vida, marcada por tantas privações e dificuldades, veio mostrar-nos de forma mais clara a nossa fragilidade, mas por outro lado, conduziu-nos a saborear a vida como um bem tão precioso”, escreve o padre Francisco Ruivo, de Santarém, assistente eclesiástico do DNPF na apresentação do programa. “Foi-nos possível redescobrir o sentido da família, onde a vida acontece, valorizar a importância dos amigos, quando tantas crianças e jovens se viram privados de se encontrarem, estimar o lugar dos idosos na família e na sociedade que marcados por uma profunda solidão, nos fizeram sentir a necessidade e o valor do encontro.”

É a partir de realidades como estas que a Semana da Vida pretende que as pessoas descubram o sentido de gastar “tempo uns com os outros”, olhando para o exemplo de Jesus que, nos evangelhos, mostra nos seus encontros como a vida “não se fecha em si mesma, mas se abre ao outro como fonte de realização e de descoberta”.

 

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Desarmar-se

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Sinto-me um pouco embaraçada. Perguntam-me: como correu o encontro com os meus amigos no Porto e, afinal de contas: o que é isto de “Juntos pela Europa”? O que é que 166 pessoas de 19 países diferentes, de 45 movimentos e comunidades de oito igrejas, podem fazer em conjunto, quando “os semelhantes atraem os semelhantes” e a diversidade é raramente – ou talvez nunca – uma força de coesão? E sem falar das diferentes visões geopolíticas, culturais, históricas, confessionais e, além disso: o que farão agora os russos e os ucranianos, que também estiveram presentes?

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