Obra Completa Pombalina dentro de cinco anos

| 12 Mai 19 | Breves, Últimas

Um protocolo para publicar toda a obra escrita do Marquês de Pombal será assinado nesta segunda-feira, 13 de Maio (data de nascimento de Sebastião José de Carvalho e Melo, em 1699), em Lisboa, na Igreja da Memória, local onde se encontram os restos mortais do também Conde de Oeiras. A futura Obra Completa Pombalina, a concluir dentro de cinco anos, pretende conhecer melhor uma “personalidade determinante na história de Lisboa e do país”, diz a informação dos promotores, que reúnem universidades, instituições, fundações e autarquias como mecenas do projecto.

Dezenas de investigadores pesquisarão a documentação dispersa por mais de uma centena de bibliotecas e arquivos em vários países da Europa, Ásia, África e América Latina, dando origem aos 32 volumes previstos, com coordenação científica de José Eduardo Franco, Pedro Calafate e Viriato Soromenho-Marques. O Marquês de Pombal, que morreu dias antes de completar 83 anos, em 1782, liderou várias reformas políticas do país, coordenou a reconstrução pós-terramoto de 1755, mas ordenou também a expulsão dos jesuítas e governou de forma despótica.

Artigos relacionados

Apoie o 7 Margens

Breves

Núncio que era criticado por vários bispos, deixa Lisboa por limite de idade

O Papa Francisco aceitou nesta quinta-feira, 4 de Julho, a renúncia ao cargo do núncio apostólico (representante diplomático) da Santa Sé em Portugal, Rino Passigato, por ter atingido o limite de idade determinado pelo direito canónico, de 75 anos. A sua acção era objecto de críticas de vários bispos, embora não assumidas publicamente.

Arcebispo da Beira lamenta que o Papa só visite Maputo

O arcebispo da Beira (Moçambique) lamenta que o Papa Francisco não visite, em Setembro, a zona directamente atingida pelo ciclone Idai, em Março: “Todos esperávamos que o Papa chegasse pelo menos à Beira. Teria sido um gesto de consolação para as pessoas e uma forma de chamar a atenção para as mudanças climáticas e para esta cidade, que está a tentar reerguer-se”, disse Cláudio Dalla Zuanna.

Inscreva-se aqui
e receba as nossas notícias

Boas notícias

É notícia 

Entre margens

“Albino não morre, só desaparece”? E se fôssemos “bons samaritanos”?

A primeira frase do título não é nova, nem em Moçambique, nem fora do país. Lembrei-me dela, quando li/vi que o secretário-geral da ONU, António Guterres visitou Moçambique, em Julho último. Desse périplo, dois eventos prenderam a minha atenção: a sua ida à Beira, para se inteirar das consequências do ciclone Idai, e o seu encontro com pessoas com albinismo, e onde destacou que ninguém pode ser descriminado por causa da sua aparência física.

Refugiados e salgalhada de desinformação

O objetivo deste texto é combater alguns mitos, facilmente derrubáveis, sobre a questão dos refugiados com meia dúzia de dados, de forma a contribuir para uma melhor e mais eficaz discussão sobre o tema. Porque não acredito que devamos perder a esperança de convencer as pessoas com os melhores dados e argumentos.

Cultura e artes

Sete Partidas

A Páscoa em Moçambique, um ano antes do ciclone – e como renasce a esperança

Um padre que passou de refugiado a conselheiro geral pode ser a imagem da paixão e morte que atravessou a Beira e que mostra caminhos de Páscoa a abrir-se. Na região de Moçambique destruída há um mês pelo ciclone Idai, a onda de solidariedade está a ultrapassar todas as expectativas e a esperança está a ganhar, outra vez, os corações das populações arrasadas por esta catástrofe.

Visto e Ouvido

"Correio a Nossa Senhora" - espólio guardado no Santuário começou a ser agora disponibilizado aos investigadores

Agenda

Parceiros

Fale connosco