América Latina

Observatório da sinodalidade quer Igreja atenta aos excluídos

| 2 Abr 2024

indigena manaus covid-19 Foto Religion Digital sem créditos

O Observatório Latino-Americano da Sinodalidade pretende ser um veículo para tornar presentes “questões sociais fundamentais” que “condicionam e influenciam” as populações. Foto: Direitos reservados

 

Em ambiente digital, é agora possível consultar o recém-criado Observatorio Latinoamericano de la Sinodalidad, cujo objetivo é acompanhar o Sínodo dos Bispos sobre a sinodalidade, cuja segunda sessão está marcada para o próximo mês de outubro.

O novo observatório é especialmente dirigido aos membros da Igreja Católica da América Latina e Caraíbas, e disponibiliza notícias, reflexões, testemunhos, propostas formativas, entrevistas, reportagens e notícias, da autoria de sociólogos, teólogos, jornalistas e outros profissionais.

Este projeto é liderado pela Ameríndia – uma rede de católicos de espírito ecuménico e aberta ao diálogo e à cooperação inter-religiosa – e tem como propósito “reafirmar a opção preferencial pelos pobres e excluídos”.

Da equipa coordenadora da Ameríndia faz parte Alejandro Ortiz, teólogo mexicano que em declarações ao portal de informação Religíon Digital destacou que a América Latina e Caraíbas têm “uma história de esperança e ação”, “cheia de Evangelho” e, portanto, “cheia de amor, justiça e compaixão”. “Daqui, do fundo do nosso ser eclesial latino-americano e caribenho, construímos este observatório.”

O responsável afirma que o Observatório Latino-Americano da Sinodalidade deverá tornar-se numa “janela para observar a dinâmica do Espírito em torno da sinodalidade”, sendo também um veículo para tornar presentes “questões sociais fundamentais” que “condicionam e influenciam” as populações. Além de um site, o novo observatório dispõe de páginas nas redes sociais, como o Facebook, Instagram, X e Youtube.

 

Texto publicado ao abrigo da parceria do 7MARGENS com a revista Fátima Missionária

 

Catarina Pazes: “Sem cuidados paliativos, não há futuro para o SNS”

Entrevista à presidente da Associação Portuguesa

Catarina Pazes: “Sem cuidados paliativos, não há futuro para o SNS” novidade

“Se não prepararmos melhor o nosso Serviço Nacional de Saúde do ponto de vista de cuidados paliativos, não há maneira de ter futuro no SNS”, pois estaremos a gastar “muitos recursos” sem “tratar bem os doentes”. Quem é o diz é Catarina Pazes, presidente da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP) que alerta ainda para a necessidade de formação de todos os profissionais de saúde nesta área e para a importância de haver mais cuidados de saúde pediátricos.

Apoie o 7MARGENS e desconte o seu donativo no IRS ou no IRC

Bahá’ís plantam árvores em Lisboa, para que a liberdade religiosa floresça em todo o mundo

Em memória das "dez mulheres de Shiraz"

Bahá’ís plantam árvores em Lisboa, para que a liberdade religiosa floresça em todo o mundo

Quem passar pela pequena zona ajardinada junto ao Centro Nacional Bahá’í, na freguesia lisboeta dos Olivais, vai encontrar dez árvores novas. São jacarandás e ciprestes, mas cada um deles tem nome de mulher e uma missão concreta: mostrar – tal como fizeram as mulheres que lhes deram nome – que a liberdade religiosa é um direito fundamental. Trata-se de uma iniciativa da Junta de Freguesia local, em parceria com a Comunidade Bahá’í, para homenagear as “dez mulheres de Shiraz”, executadas há 40 anos “por se recusarem a renunciar a uma fé que promove os princípios da igualdade de género, unidade, justiça e veracidade”.

Agenda

Fale connosco

Autores

 

Pin It on Pinterest

Share This