Onde não há crime não deve haver prisão defende petição lançada pelos jesuítas

| 13 Abr 21

#NãoHáCrimeNãoHáPrisão é o nome da campanha do Serviço Jesuíta aos Refugiados

 

Um novo caso de procura de refúgio em Portugal faz, desde esta terça-feira, 12 de abril, parte do sítio do Serviço Jesuíta aos Refugiados em Portugal (JRS). Recordando a morte no Aeroporto de Lisboa do imigrante ucraniano Ihor Homeniuk às mãos dos seus guardas no dia 12 de março de 2020, o sítio dos jesuítas publica todos os dias 12 a história de uma pessoa que veio para Portugal à procura de uma vida melhor. Este mês é a vez de Alexandre – um dos sete juniores da seleção de São Tomé que fugiram do hotel para poderem ficar em Lisboa – contar a história do seu longo, penoso e inacabado processo para conseguir autorização de residir em Portugal com os seus pais e restante família.

Alexandre viu ser-lhe negado o direito de se juntar à família a viver regularmente documentada em Portugal por já não poder ativar a legislação do reagrupamento familiar pelo facto de já ser maior. Aproveitou a vinda a Lisboa com a seleção de sub-18 de São Tomé para fugir do local de estágio e ir ter com a família. Foi no final de novembro de 2019. Continua indocumentado. O seu crime: “Eu só fugi, porque no meu país não havia nada para eu fazer lá, ’tava lá sozinho, sem trabalho, às vezes sem comida, tinha de vir para cá.”

Entre outras ações, o JRS lançou recentemente uma petição pública pelo fim da prisão de imigrantes, sob o lema “Não há crime, não há prisão” para exigir que o Governo e a Assembleia da República não se limitem a rever o funcionamento do Serviços de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), mas procedam às seguintes alterações legais: fim da previsão legal de detenção por meras irregularidades administrativas de entrada; criação de um visto para procura de trabalho; acesso a prestações sociais e ao Serviço Nacional de Saúde durante o processo de regularização e em iguais condições aos demais cidadãos.

A petição pode ser lida e assinada no endereço seguinte: https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT107122

 

Jorge Sampaio, um laico cristão

Jorge Sampaio, um laico cristão novidade

Já tudo, ou quase tudo, foi dito e escrito sobre a figura do Jorge Sampaio. Assinalando a sua morte, foram, por muitos e de múltiplas formas, sublinhadas as diversas facetas definidoras da sua personalidade nos mais diversos aspetos. Permitam-me a ousadia de voltar a este tema, para sublinhar um aspeto que não vi, falha minha porventura, sublinhado como considero ser merecido.

Apoie o 7MARGENS e desconte o seu donativo no IRS ou no IRC

Escutar todos, com horizontes para lá das “fronteiras” da Igreja

Inquérito sobre o Sínodo

Escutar todos, com horizontes para lá das “fronteiras” da Igreja novidade

O Papa observava, no encontro sinodal com a sua diocese de Roma, no último sábado, 18, que escutar não é inquirir nem recolher opiniões. Mas nada impede que se consultem os cristãos sobre as “caraterísticas e âmbito” que “entendem dever ter a escuta que as igrejas diocesanas são chamadas a realizar, desde 17 de outubro próximo até ao fim de março-abril de 2022. Era esse o terceiro ponto da consulta feita pelo 7Margens, cujas respostas damos hoje a conhecer.

Nova estratégia de combate ao antissemitismo será apresentada em outubro

União Europeia

Nova estratégia de combate ao antissemitismo será apresentada em outubro novidade

A União Europeia (UE) deverá divulgar, no próximo mês de outubro, uma “nova estratégia de combate ao antissemitismo e promoção da vida judaica”. A iniciativa surge na sequência da disseminação do racismo antissemita em inúmeros países da Europa, associada a teorias da conspiração que culpabilizam os judeus pela propagação da covid-19, avançou esta quarta-feira, 22, o Jewish News.

Livrai-nos do Astérix, Senhor!

Livrai-nos do Astérix, Senhor! novidade

A malfadada filosofia do politicamente correcto já vai no ponto de apedrejar a cultura e diabolizar a memória. A liberdade do saber e do saber com prazer está cada vez mais ameaçada. Algumas escolas católicas do Canadá retiraram cerca de cinco mil títulos do seu acervo por considerarem que continham matéria ofensiva para com os povos indígenas.

Fale connosco

Pin It on Pinterest

Share This