Padre canadiano voluntaria-se para viver na prisão durante a pandemia
Com a suspensão das visitas aos reclusos no Canadá, o capelão de um dos estabelecimentos prisionais propôs ficar a viver juntamente com os detidos durante o período em que vigorarem as medidas de segurança impostas pela pandemia. O padre preferia ficar na prisão do que deixar os reclusos sem acompanhamento espiritual. No entanto, o seu pedido foi recusado pela instituição prisional.
O representante da Conferência Episcopal Canadiana para o ministério das prisões, Gary Gordon, considerou, em declarações ao jornal canadiano The Catholic Register, que a atitude do padre “foi realmente bela”. “Isto é ter uma verdadeira vocação. E arriscar tudo por ela”, afirmou. Sem revelar a identidade do capelão, explicou que é alguém que trabalha com os reclusos há muito tempo.
O acompanhamento espiritual foi considerado um serviço essencial e os capelães das prisões estão teoricamente autorizados a entrar nas prisões; mas os estabelecimentos têm sido bastante criteriosos em relação às entradas e saídas dos mesmos. Gary Gordon deixou um apelo às autoridades para que não impeçam totalmente o contacto dos detidos com os seus capelães, nomeadamente nos casos em que seja solicitado o sacramento da extrema unção.
[related_posts_by_tax format=”thumbnails” image_size=”medium” posts_per_page=”3″ title=”Artigos relacionados” exclude_terms=”49,193,194″]










