Cardeal Krajewski levará o veículo

Papa doa ambulância à Ucrânia

| 27 Mar 2022

 

O Papa Francisco vai doar uma ambulância à Ucrânia, que será entregue pelo seu esmoler pontifício, o cardeal Konrad Krajewski, nesta segunda viagem que o prelado irá fazer ao país.

Poucos dias depois de presidir em Fátima ao Ato de Consagração da Rússia e da Ucrânia ao Imaculado Coração de Maria, o cadeal polaco prepara-se para partir de novo em missão para a Ucrânia. Desta vez, acompanhado de uma viatura de emergência médica que irá servir em Lviv no trabalho de apoio aos refugiados que chegam à cidade, “doada e abençoada pelo Papa Francisco”, refere uma nota do responsável da Sala de Imprensa do Vaticano, Mateo Bruni.

O cardeal Konrad Krajewski parte “reforçado” com a benção da Senhora de Fátima. “Diante da Virgem de Fátima, pedi proteção para a Ucrânia, provada pela guerra, mas também para a missão que me preparo para cumprir, a pedido do Papa, voltando ao país. Irei com o coração cheio de esperança”, referiu ao Vatican News, “depois de ter rezado com cerca de 15 mil fiéis no santuário mariano, em ligação direta com o Papa na Basílica de S. Pedro”.

O prelado mostrou-se impressionado pelo ambiente que encontrou no santuário. “Todas as pessoas rezaram comigo a oração do Papa”, enfatizou o esmoler do Papa. “Todos tinham o texto nas mãos”. De Fátima surgiu “um grito de paz”, explicou o purpurado, “para pedir o milagre do fim da guerra na Ucrânia”. “Com a fé se pára a guerra, e com toda a minha fé vou à Ucrânia para ver as consequências concretas do Ato de Entrega a Maria”, concluiu o cardeal Krajewski.

 

Papa Francisco no Congo: A ousadia de mostrar ao mundo o que o mundo não quer ver

40ª viagem apostólica

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O Papa acaba de embarcar naquela que tem sido descrita como uma das viagens mais ousadas do seu pontificado, mas cujos riscos associados não foram motivo suficiente para que abdicasse de a fazer. Apesar dos problemas de saúde que o obrigaram a adiá-la, Francisco insistiu sempre que queria ir à República Democrática do Congo e ao Sudão do Sul. Mais do que uma viagem, esta é uma missão de paz. E no Congo, em particular, onde os conflitos já custaram a vida de mais de seis milhões de pessoas e cuja região leste tem sido atingida por uma violência sem precedentes, a presença do Papa será determinante para mostrar a toda a comunidade internacional aquilo que ela parece não querer ver.

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Quando ambos falamos de realização humana, talvez estejamos a referir-nos a coisas diferentes. Decerto que uma pessoa com deficiência pode ser feliz, se for amada e tiver ao seu alcance um ambiente propício à atribuição de sentido para a sua existência. No entanto, isso não exclui o facto da deficiência ser uma inegável limitação a algumas capacidades que se espera que todos os seres humanos tenham (e aqui não falo de deficiência no sentido da nossa imperfeição geral).

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