Angelus

Papa pede ajuda para o Haiti e quer segurança no Afeganistão

| 15 Ago 21

O Papa Francisco apelou este domingo à ajuda da comunidade internacional para com o Haiti, atingido no sábado, 14, por mais um terramoto de magnitude 7,2 na escala de Richter e que fez já mais de 700 mortos e 2800 feridos, além de elevados danos materiais.

“Que a solidariedade de todos possa aliviar as consequências da tragédia”, pediu, após a recitação da oração do Angelus, manifestando a sua proximidade às “queridas populações” do Haiti, “atingidas duramente pelo sismo”.

Citado pela Ecclesia, o Papa acrescentou: “Elevando ao Senhor a minha oração pelas vítimas, dirijo a minha palavra de encorajamento aos sobreviventes e desejo que eles estejam no centro do interesse concertado da comunidade internacional.”

Em 2010, o país já registara um terramoto de 7 graus na escala de Richter que causou 300 mil mortos e desalojou 1,5 milhões de pessoas.

Também o Afeganistão mereceu a atenção do Papa, que manifestou a sua preocupação com a situação no país, onde o grupo extremista dos talibãs passaram, neste domingo, a controlar a capital e o governo afegão.

“Uno-me à preocupação unânime pela situação no Afeganistão. Peço que rezem comigo ao Deus da paz para que cesse o fragor das armas e possam ser encontradas as soluções à mesa do diálogo”, referiu o Papa.

“Só assim a martirizada população deste país, homens, mulheres, idosos, crianças, poderá voltar às suas casas, viver em paz e segurança, no pleno respeito recíproco”, acrescentou, segundo a mesma fonte.

Em menos de duas semanas, a guerrilha extremista tomou o controlo da maior parte do país e chegou às portas da capital, após a retirada das tropas da coligação internacional encabeçada pelos Estados Unidos da América.

 

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A homenagem aos que perderam as suas vidas nesta pandemia é uma forma de reconhecermos que não foram só os seus dias que foram precoce e abruptamente reduzidos, mas também que todos nós, os sobreviventes, perdemos neles um património imenso e insubstituível. Só não o perderemos totalmente se procurarmos valorizá-lo, de formas mais ou menos simbólicas como é o caso da Jornada da Memória e da Esperança deste fim-de-semana, mas também na reflexão sobre as nossas próprias vidas e as das gerações que nos sucederão.

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A Assembleia da República (AR) manifestou o seu apreço pela Jornada de Memória e Esperança, que decorre neste fim-de-semana em todo o país, através de um voto de solidariedade com as vítimas de covid-19 e com as pessoas afectadas pela pandemia, bem como com todos os que ajudaram no seu combate, com destaque para os profissionais de saúde.

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