Vaticano

Papa pede diálogo em Cuba e fim da violência na África do Sul

| 19 Jul 21

Cuba

Cuba está no pensamento e nas orações do Papa Francisco. Foto © ACN Portugal

 

O Papa Francisco apelou neste domingo ao fim da violência na África do Sul e ao diálogo em Cuba, manifestando solidariedade com as populações que mais têm sofrido com as “dificuldades económicas e sanitárias”, no primeiro caso.

Unindo-se aos bispos sul-africanos, o Papa deixou “um forte apelo a todos os responsáveis envolvidos, para que trabalhem pela paz e colaborem com as autoridades para oferecer assistência aos necessitados”. Estima-se que haja 450 mil portugueses e lusodescendentes na África do Sul, que tem sido afectada por acções de violência armada e vandalismo, com dezenas de mortes e elevados danos materiais, depois da prisão do antigo chefe de Estado, Jacob Zuma.

Francisco pediu que todas as partes tenham presente o “desejo” que guiou o povo sul-africano para “renascer na concórdia entre todos os seus filhos”.

O Papa mostrou-se também “próximo ao querido povo cubano, que vive “momentos difíceis”, dirigindo-se em particular “às famílias que sofrem mais”.

“Rezo ao Senhor para que ajude a construir em paz, diálogo e solidariedade, uma sociedade cada vez mais justa e fraterna”, declarou. Já há dias os bispos católicos cubanos se tinham manifestado no mesmo sentido do diálogo, mas acrescentando que a “imobilidade” não resolve os problemas.

Milhares de cubanos saíram às ruas para protestar contra o Governo, por causa da crise económica que atinge o país; o regime respondeu com centenas de detenções e a convocação de contramanifestações, exigindo ao Presidente norte-americano, Joe Biden, que levante o embargo a Cuba.

Também as populações da Alemanha, Bélgica e Holanda, “atingidas por cheias catastróficas” na última semana, mereceram uma “mensagem de proximidade” do Papa, que rezou pelos mortos e seus familiares, recordando ainda quem socorre todos aqueles que sofreram “graves danos”.

Pelo menos 168 pessoas morreram até agora na sequência das chuvas torrenciais e enxurradas que afectaram, sobretudo, a Alemanha e a Bélgica, segundo o último balanço, que dá conta ainda de mais de mil pessoas desaparecidas.

 

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