No âmbito da pastoral juvenil

Patriarcado de Lisboa funda Escola de Acompanhadores

| 10 Jul 2024

Rui Valério com os jovens do patriarcado de Lisboa. Foto Serviço da Juventude de Lisboa

O patriarca de Lisboa, Rui Valério, entre os participantes da última Jornada Diocesana da Juventude. A nova iniciativa do patriarcado pretende reforçar o acompanhamento dos jovens. Foto © Serviço da Juventude de Lisboa

Visando formar pessoas especializadas e dedicadas ao acompanhamento de jovens, o Patriarcado de Lisboa encontra-se em processo de criação de uma Escola de Acompanhadores. Este novo percurso formativo, com a duração de dois anos, inicia-se em outubro e destina-se a pessoas com inserção pastoral, entre os 25 e os 50 anos, quer sejam leigos, padres, diáconos, consagrados ou consagradas.

“Trata-se de uma escola dedicada ao acompanhamento dos jovens através de um percurso formativo que permita uma educação integral onde se englobam as dimensões bíblico-teológica, humana, espiritual e prática do acompanhamento”, pode ler-se no documento de apresentação.

Promovido pelo Instituto Diocesano da Formação Cristã, o Serviço da Juventude, a Pastoral Universitária e o Setor de Animação Vocacional, o projeto juvenil tem como lema “A arte de caminhar com os jovens” e disponibilizará um curso com a duração de dois anos, divididos em quatro semestres, com os seguintes temas: 1º semestre – As raízes do acompanhamento: iniciação Bíblica e Teológica; 2º semestre – Olhar a pessoa: Desenvolvimento Humano, Psicologia e Mistério; 3º semestre – A vida da Fé: Busca e crescimento espiritual; e 4º semestre – O ministério do acompanhamento.

As aulas vão realizar-se semanalmente, todas as segundas-feiras, às 21h15, em regime misto: uma semana presencialmente, nas instalações da Paróquia de Nossa Senhora dos Navegantes, no Parque das Nações, e uma semana em formato digital.

As inscrições para a Escola de Acompanhadores podem ser feitas a partir de setembro, através de um formulário que o Patriarcado de Lisboa vai disponibilizar, com as aulas a terem início no fim-de-semana de 5 e 6 de outubro. Os requisitos para participar no projeto são uma carta de recomendação/apresentação do responsável da realidade eclesial a que pertence, uma carta de apresentação do próprio e a apresentação do registo criminal.

“As inscrições abrirão no início de setembro, mas seria bom em cada realidade começarmos a escolher e desafiar as pessoas que poderíamos convidar para participar nesta escola. Esta é uma oportunidade para investirmos na formação de pessoas preparadas para o acompanhamento dos nossos jovens”, pode ler-se numa carta enviada aos padres, diáconos, paróquias, movimentos e congregações religiosas.

O custo da formação são 600 euros, divididos em dois anos, um valor que inclui as aulas, os fins de semana (estadia e alimentação) e os materiais.

 

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“A D. Georgina e o Senhor Amaro comentam o trânsito dos jovens, ele irritado: isto é gente de fora, do karaté ou lá o que é, daquelas coisas chinesas de dar porrada. Ela, rancorosa: pois, deixam-nos vir para cá para aprenderem a fazer-nos mal, deviam era mandá-los a todos para a terra dele”. Um texto de Nuno Caiado, baseado num episódio real testemunhado em Lisboa.

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