Pessah, a Páscoa judaica, a grande festa da liberdade

| 26 Mar 2021

A origem situa-se há mais de três mil anos e desde aí, cada ano, os judeus recordam o sucedido. É a grande festa da liberdade, é a “memória da libertação do Egipto, transmitindo-a aos mais novos”. Isaac Assor, hazan da sinagoga Shaaré Tikva (Portas da Esperança), em Lisboa, explica deste modo o sentido de Pessah, a Páscoa judaica, que se inicia neste sábado, 27 de Março.

A Páscoa judaica, que neste ano se prolonga até dia 4 de Abril (dia 22 de Nissan no calendário judaico) tem o seu ponto maior nestes dois primeiros dias, durante os quais se faz a Hagadah – a narrativa da libertação do Egipto, contada sobretudo no livro bíblico do Êxodo.

Na ceia de Páscoa – que em rigor não é ceia, pois não há o templo, onde eram sacrificados os cordeiros, como na Páscoa inicial – uma série de alimentos adquirem uma função simbólica. Gastronomia, cordeiro pascal, tradições, rituais e simbolismos cruzam-se nesta memória, que é feita sobretudo no âmbito familiar.

Nesta celebração, os mais novos assumem um papel importante, pois é também para que eles apreendam o que se passou que desde há três milénios se repete a mesma narrativa bíblica e tradicional.

No vídeo que pode ser visto a seguir, Isaac Assor explica a história, o sentido e os simbolismo da Páscoa judaica, intercalando a explicação com a recitação de trechos dos textos bíblicos ou das narrativas tradicionais que são incluídos na Hagadah, alguns deles em ladino, a língua dos judeus ibéricos.

 

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Este texto do Padre Joaquim Félix corresponde à homilia do Domingo IV da Páscoa na liturgia católica – último dia da semana de oração pelas vocações – proferida nas celebrações eucarísticas das paróquias de Tabuaças (igreja das Cerdeirinhas), Vilar Chão e Eira Vedra (arciprestado de Vieira do Minho).  

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