
Assembleia dos bispos dos EUA em videoconferência. Foto reproduzida da página no Twitter da USCCB.
As posições do Presidente eleito dos EUA, Joe Biden, sobre imigração, ajuda aos refugiados, justiça racial, pena de morte e alterações climáticas dão aos bispos católicos do país “razões para acreditar que a sua fé o levará a apoiar algumas boas medidas”, de acordo com o presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB, na sigla em inglês). Mas o episcopado está de tal modo preocupado com as posições do segundo Presidente católico do país sobre o aborto legal que decidiu criar um grupo de trabalho para tratar o tema.
Estas últimas posições colocam o episcopado católico numa “situação difícil e complexa” e constituem “uma séria ameaça ao bem comum”, além de minarem a prioridade dos bispos em “eliminar o aborto”, disse o bispo de Los Angeles, José Gómez, presidente da USCCB, no final da assembleia plenária do episcopado dos EUA, realizada em videoconferência.
A aceitação do aborto legal representa “uma séria ameaça ao bem comum”, disse o presidente dos bispos, em declarações resumidas pelo Religión Digital. “Quando os políticos que professam a fé católica apoiam [essas políticas] criam confusão entre os fiéis sobre o que a Igreja realmente ensina sobre estas questões.
Gómez anunciou que o grupo de trabalho será liderado pelo vice-presidente e arcebispo de Detroit, Allen Vigneron.










