Prémio Harambee vem a Lisboa para premiar documentários e video-clips acerca de África

| 8 Mar 19

A médica sul-africana Ozo Ibeziako e a enfermeira Cátia Sá Guerreiro, durante o anúncio da cerimónia em Lisboa; foto © Câmara Municipal de Lisboa

Em novembro deste ano, Lisboa será o palco da cerimónia de entrega do 8º Prémio Internacional Harambee Comunicar África, que pretende distinguir trabalhos de jornalistas e videoclips de jovens que lancem um novo olhar sobre África.

A organização “Harambee África International”, ligada à Opus Dei, criou a iniciativa com o objetivo de “contribuir para a difusão de uma informação mais real sobre África, de uma imagem que reflita os conflitos, mas também as razões da esperança, a riqueza e a diversidade das culturas e dos povos africanos, o firme compromisso com o desenvolvimento, e simultaneamente as necessidades, que continuam a ser bem reais”.

O prémio contempla duas categorias: “documentário ou reportagem” e “vídeo-clips” (sendo a última destinada a estudantes até aos 25 anos). O prémio monetário da primeira categoria é de cinco mil euros e, para o video-clip, o valor é de 1500 euros. No regulamento, pede-se que o documentário não tenha mais do que 60 minutos e que o video-clip não ultrapasse os cinco minutos. O prazo de entrega de candidaturas é 30 de setembro de 2019. 

O anúncio de Lisboa como sede da cerimónia final foi feito nesta quinta-feira, 7 de março. Trata-se de um prémio bianual, cuja primeira edição ocorreu em 2004 e a última em 2015.

A organização “Harambee África International” é uma ONG com sede em Roma. Harambee significa “todos juntos”, em suaíli. Para a organização, esta palavra tenta resumir a sua missão: “Todos juntos para acompanhar um continente que tem muito a ensinar ao mundo.”

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