Presépio de Priscos: “Muitos reclusos, em Portugal, são tratados como lixo”
Em entrevista conjunta à Renascença e à agência Ecclesia, este responsável diz que “não é muito simpático” fazer-se afirmações como aquela, mas considera muito importante denunciar a ausência de estratégia que promova a reinserção. É necessária também, defende, uma maior atenção ao meio prisional pois no final, se os presos “voltarem ao mesmo bairro onde praticavam crimes, à mesma rua, quem vai pagar são os cidadãos”.
O presépio de Priscos tem, desde há cinco anos, a colaboração de reclusos de Braga, que lai trabalham como forma de reinserção. O presépio, que estará aberto ainda nos dias 1, 4, 5, 11 e 12 de Janeiro (o horário está disponível na página da iniciativa).
inclui 600 figurantes, reconstituindo actividades tradicionais, a maior parte delas caída em desuso. O presépio numa gruta, uma sinagoga e o palácio de Pilatos são algumas das reconstruções que ali se podem ver.
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