Responder ao inquérito lançado pelo 7MARGENS sobre o modo como a Igreja Católica em Portugal concretizou, ou não, a sua transformação numa igreja verdadeiramente sinodal é uma importante forma de responder ao desafio que há cinco anos, o Papa Francisco lançou aos católicos do mundo inteiro. Não aproveitar esta oportunidade para partilhar o balanço que faz daquilo que se avançou e do que ainda está por criar neste campo é descrer no valor da sua opinião enquanto estímulo à edificação de comunidades mais conformes ao espírito do Evangelho.
A sua opinião conta. Ninguém a pode formular por si. Vale a pena, por isso, gastar algum tempo para avaliar com atenção e cuidado tudo quanto o processo do Sínodo sobre a sinodalidade significou para si enquanto encontro, participação, reflexão, abertura a outras pessoas e a outros modos de ser Igreja, construção de comunidade e repensar de prioridades pastorais. E também quanto ficou por realizar, foi frustrante e travado por todo o tipo de resistências e incapacidades. O formulário pode ser preenchido aqui: https://tally.so/r/Pd2NxB
O inquérito é promovido pelo 7MARGENS e as respostas destinam-se apenas a tratamento estatístico, sendo totalmente anónimas. Para impedir o preenchimento de vários questionários pela mesma pessoa, só é possível enviar apenas um a partir de cada acesso à internet. Deste modo, famílias em que várias pessoas queiram responder ao inquérito terão de o preencher e enviar a partir de vários pontos de acesso à internet além do de casa.
As respostas ao inquérito podem ser enviadas até dia 18 de maio e, apesar de este ser um tema que diz respeito à vida da Igreja Católica, devido à relevância do processo desencadeado, todos os leitores, independentemente da sua religião ou tradição espiritual, são chamados a participar.
Esta é uma oportunidade inédita no panorama da Igreja Católica em Portugal e, por isso, convidamos os leitores a solicitar às pessoas que conhecem como tendo estado envolvidas ou interessadas pelo processo sinodal que também respondam ao inquérito.
Os participantes nesta auscultação além de exprimirem a sua opinião sobre o caminho até agora realizado têm a possibilidade de indicarem que expectativas e desejos têm quanto ao futuro, nomeadamente quanto à importância que a Igreja Católica terá em Portugal, até que ponto ela será mais sinodal e o que será mais prioritário fazer para acelerar esta reforma.










