Queda do Muro foi o fim da “divisão ideológica da Europa e do mundo”, dizem bispos da UE

| 8 Nov 19

O Muro de Berlim fotografado em Janeiro de 1990, dois meses depois do seu fim, com cruzes que registavam os nomes de pessoas mortas quando o tentavam atravessar. Foto © DoD/Departamento de Defesa dos EUA/Wikimedia Commons

 

A queda do Muro de Berlim, que existiu durante 28 anos entre 1961 e 1989, representou o fim da “divisão ideológica da Europa e do mundo inteiro”, afirma a Comissão dos Episcopados da União Europeia (Comece) numa mensagem a propósito dos 30 anos do fim da barreira de separação, que este sábado, 9 de novembro, se celebram. É preciso agora que os cidadãos europeus continuem a “trabalhar juntos por uma Europa livre e unida”, diz a Comece, na sua declaração. 

“Foi um momento cheio de emoção. Depois de terem sido separados por um muro de cimento durante mais de vinte e oito anos, os habitantes de Berlim – parentes, amigos e vizinhos – que viviam na mesma cidade, puderam encontrar-se, festejar e expressar a sua alegria e esperança. A partir daquele momento, o mundo mudou”, refere o documento citado pela agência Ecclesia, relembrando que o dia 9 de novembro de 1989 foi “um dos acontecimentos mais importantes da história europeia nas últimas décadas”.

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