Encontro da LOC de Braga

“Queremos continuar a defender o estado social e aprender a rezar a vida”

| 3 Abr 2023

encontro loc mtc de braga, 1 de abril 2023, foto loc mtc

Convicta de que “o coração do evangelho é a justiça e a compaixão”, a equipa diocesana da LOC convidou todos os participantes a reunir em grupos para, juntamente com a formadora Fátima Almeida, refletir sobre a realidade atual. Foto © LOC/MTC.

 

A equipa diocesana da Liga Operária Católica (LOC) de Braga promoveu este sábado, 1 de abril, no Centro Cultural e Pastoral da Arquidiocese, um encontro de formação para militantes e simpatizantes deste movimento de trabalhadores cristãos, em que foi assumido o compromisso de “ir mais além” no cuidado do mundo e da qualidade de vida dos mais pobres, “com um sentido de solidariedade que é, ao mesmo tempo, consciência de habitar numa Casa Comum que Deus nos confiou”.

Convicta de que “o coração do evangelho é a justiça e a compaixão”, a equipa diocesana da LOC convidou todos os participantes a reunir em grupos para, juntamente com a formadora Fátima Almeida, refletir sobre a realidade atual “a começar pelos locais onde cada um reside, trabalha, ocupa os tempos livres e se relaciona com os outros”, tendo concluído que “o ambiente humano e o ambiente natural degradam-se em conjunto e não podemos enfrentar adequadamente a degradação ambiental, se não prestarmos atenção às causas que têm a ver com a degradação humana e social”.

Em comunicado enviado ao 7MARGENS, a LOC da diocese de Braga assinala que “tanto a experiência comum da vida quotidiana como a investigação científica demonstram que os efeitos mais graves de todas as agressões ambientais recaem sobre as pessoas mais pobres”, pelo que “somos chamados a agir com simplicidade; continuar a defender o trabalho digno e poupar água; lutar a favor da paz mundial; a uma maior participação no associativismo, na vida eclesial e na vida política e a descartar o medo de revelar as nossas opiniões”.

“Temos pela frente o urgente desafio de proteger a nossa Casa Comum, com a preocupação de unir e incluir toda a família humana, na busca de um desenvolvimento sustentável e integral, porque sabemos que as coisas podem mudar”, afirma o movimento na sua nota, acrescentando que “estas ações comunitárias, quando exprimem um amor que se doa, podem transformar-se em experiências espirituais intensas”.

“Queremos continuar a defender o estado social e aprender a rezar a vida”, conclui assim o comunicado que resume este encontro. “Temos que continuar a ser portadores da esperança. Somos frágeis como o barro, mas sentimo-nos portadores da água viva.”

 

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