Dia pela eliminação da violência contra as mulheres

Rede de combate ao tráfico humano lança apelo mundial

| 24 Nov 21

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“A questão da violência contra as mulheres é uma prioridade do combate ao tráfico”, defendem os responsáveis da ONG Talitha Kum. Foto © Talitha Kum.

 

No Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres, que se assinala nesta quinta-feira, 25 de novembro, a Talitha Kum, rede mundial de combate ao tráfico humano, vai divulgar um apelo mundial à Igreja, aos governos e às organizações governamentais e intergovernamentais “para que continuem a comprometer-se com o combate ao tráfico, e a manter o trabalho de inserção económica e social das pessoas vítimas de tráfico.”

Gabriela Bottani, responsável da Talitha Kum, disse quarta-feira à Rádio Renascença que “a questão da violência contra as mulheres é uma prioridade do combate ao tráfico”, razão pela qual o apelo é divulgado neste Dia Internacional.

O seu lançamento será feito durante um debate online (entre as 15h e as 17h), em que participa o cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano. O debate será transmitido no Facebook e no YouTube, com possibilidade de tradução em língua portuguesa.

Em Portugal, o Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres é assinalado, entre outras iniciativas, com o lançamento da campanha #PortugalContraAViolência, cujo vídeo de suporte pode ser visto a seguir:

 

Desde o início do ano até 15 de novembro, 23 mulheres foram assassinadas em Portugal, 13 das quais no contexto de relações de intimidade, segundo o relatório preliminar divulgado na segunda-feira, dia 22 de novembro, pelo Observatório de Mulheres Assassinadas (OMA) da UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta.

Os dados, citados pelo Jornal de Notícias, indicam uma redução dos femicídios que, no mesmo período de 2020, tinham atingido as três dezenas.

Em França, o Ministério do Interior divulgou, no mesmo dia 22, que 139.200 mulheres foram vítimas de violência doméstica. A estas vítimas acrescem, de acordo com a televisão pública francesa, as 102 mulheres assassinadas durante o ano passado.

 

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