Refugiados

Religiosas oferecem edifício em Roma para acolher refugiados, em resposta a desafio do Papa

O Papa lançou o desafio na sua última encíclica, Fratelli tutti: “preparar um acolhimento adequado aos migrantes que fogem de guerras, perseguições e catástrofes naturais”. A resposta das Irmãs Servas da Divina Providência de Catânia (Itália), não se fez esperar: decidiram oferecer a Francisco, a título de “empréstimo gratuito”, um prédio pertencente à congregação, em Roma, para que seja transformado num abrigo para refugiados, anunciou esta segunda-feira, dia 12 de outubro, a Esmolaria Apostólica da Santa Sé.

Novo Pacto para as Migrações: Igrejas reconhecem “boas intenções”, mas continuam “muito preocupadas”

Depois de terem emitido um comunicado em que diziam “esperar melhor da Europa e dos seus líderes” em relação à política de acolhimento de migrantes e refugiados, o Conselho Mundial de Igrejas (CMI), a Conferência das Igrejas Europeias (CEC) e a Comissão das Igrejas para os Migrantes na Europa (CCME) fizeram questão de entregar o texto em mãos, na passada sexta-feira, 25 de setembro, na sede da Comissão Europeia, em Bruxelas. Recebidos por Vangelis Demiris, membro do gabinete da vice-presidente da comissão, Margaritis Schinas, os representantes das igrejas cristãs em todo o mundo disseram acreditar que há espaço para melhorias no novo Pacto para as Migrações e Asilo apresentado pela Comissão Eurorpeia a 23 de setembro.

Comunidade de Sant’Egidio e Estado Italiano assinam acordo para acolher 300 refugiados

A Comunidade de Sant’Egídio, uma organização católica com sede em Roma, e o Estado Italiano assinaram na tarde de terça-feira o acordo que reabre os corredores humanitários para Itália e permitirá a entrada legal e segura no país de 300 refugiados vindos da Grécia, nomeadamente da ilha de Lesbos, onde os recentes incêndios tornaram a situação de milhares de requerentes de asilo ainda mais difícil.

Porque (não) falo de Aylan

A folha virtual aberta no ecrã do computador apresenta um branco que não é menos penoso nem menos frustrante que o branco níveo de uma folha de papel. A possibilidade de lhe diminuir a intensidade do brilho torna-a momentaneamente mais cinzenta, mas não resolve o drama: devo escrever?