Entrevista de Bernardo Cervellera

Relatos da repressão dos católicos na China

| 17 Ago 21

Cristãos a rezar no santuário dedicado a Nossa Senhora nas montanhas. Foto: ACN-Portugal

 

Apesar de muitos católicos e de vários padres – incluindo o bispo de Beijing, Joseph Li Shan –, terem organizado atos públicos relacionados com o centenário do Partido Comunista Chinês que teve lugar este ano, “a peregrinação a Nossa Senhora de Sheshan, o santuário nacional de Nossa Senhora na China, foi, de novo, proibida” disse o missionário Bernardo Cervellera à Catholic News Agency.

O padre Cervellera cobriu durante mais de duas décadas a atualidade chinesa para a agência de notícias Asian News, de que foi editor-chefe. Na entrevista. citada pelo National Catholic Register, são reveladas várias formas da repressão organizada pelo regime de Beijing contra os católicos chineses, apontadas as diferenças de tratamento dado aos católicos na clandestinidade e aos que se encontram sob o chapéu da autorizada Associação Patriótica e recordadas várias medidas tomadas pelo Partido Comunista Chinês para eliminar a presença católica no país.

 

Nós somos porque eles foram. E nós seremos nos que vierem a ser.

Nós somos porque eles foram. E nós seremos nos que vierem a ser. novidade

A homenagem aos que perderam as suas vidas nesta pandemia é uma forma de reconhecermos que não foram só os seus dias que foram precoce e abruptamente reduzidos, mas também que todos nós, os sobreviventes, perdemos neles um património imenso e insubstituível. Só não o perderemos totalmente se procurarmos valorizá-lo, de formas mais ou menos simbólicas como é o caso da Jornada da Memória e da Esperança deste fim-de-semana, mas também na reflexão sobre as nossas próprias vidas e as das gerações que nos sucederão.

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A Assembleia da República (AR) manifestou o seu apreço pela Jornada de Memória e Esperança, que decorre neste fim-de-semana em todo o país, através de um voto de solidariedade com as vítimas de covid-19 e com as pessoas afectadas pela pandemia, bem como com todos os que ajudaram no seu combate, com destaque para os profissionais de saúde.

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