Rembrandt e o retrato em Amesterdão, no Museu Thyssen-Bornemisza, de Madrid

| 22 Fev 20

Exposição “Rembrandt e o retrato em Amesterdão, 1590-1670” no Museu Thyssen-Bornemisza, de Madrid. Foto © Eduardo Jorge Madureira

“Rembrandt e o retrato em Amesterdão, 1590-1670” é uma exposição temporária que, se possível, justifica bem uma viagem a Madrid. Inaugurada no dia 18 de Fevereiro no Museu Thyssen-Bornemisza, a mostra pode ser visitada até 24 de Maio. Centrando-se na faceta de retratista do pintor holandês do século XVII, a exibição reúne trinta e nove obras executadas na cidade holandesa, para onde Rembrandt foi em 1631. Podem ser observadas a par de outros retratos de grandes artistas da época, como Frans Hals, Thomas de Keyser e Dirck Santvoort.

Ao longo de várias salas é possível ir observando retratos individuais ou de grupo, de famílias, de artesãos, de homens de negócios ou de eruditos, por exemplo, além de auto-retratos. O percurso permite ainda ir acompanhando a evolução da própria arte de retratar.

A exposição, que é comissariada por Norbert E. Middelkoop, conservador do Museu de Amsterdão, além da pintura, dá conta do trabalho de Rembrandt como gravador.

Dirck Santvoort, “Governantas e zeladoras da Spinhuis” (1638). Exposição “Rembrandt e o retrato em Amesterdão, 1590-1670” no Museu Thyssen-Bornemisza, de Madrid. Foto © Eduardo Jorge Madureira

 

Informações na página do Museu Thyssen-Bornemisza, de Madrid.

Foto da capa: Rembrandt, “Auto-retrato com boina e duas correntes de ouro” (Ca. 1642-43) – pormenor. Foto © Eduardo Jorge Madureira

Artigos relacionados