
Foto: Crucifixos, Museu de Arte Sacra, São Paulo Brasil. © Aurelino Rodrigues Filho / Wikimedia Commons
O supremo tribunal italiano decidiu esta semana que as salas de aula das escolas públicas podem aprovar a presença do crucifixo porque tal não discrimina ninguém, acrescentando que todos os símbolos religiosos podem ser “bem-vindos”, desde que a sua presença seja decidida de maneira democrática, civilizada e “gentil” pelo conjunto dos alunos e professores.
A informação difundida ontem no jornal Crux reporta-se a um acórdão do supremo tribunal italiano votado a 9 de setembro que proíbe a imposição de quaisquer decisões relativas à presença de símbolos religiosos, assunto sobre o qual se devem buscar “soluções razoáveis” entre as diferentes posições ou convicções das pessoas na comunidade escolar. Ou seja: o respeito pela liberdade de religião de qualquer pessoa impõe que tais decisões nunca resultem de uma “tirania” da maioria ou do poder de veto de um único indivíduo.









