Os escritores que o Papa Francisco mais aprecia são, de um modo geral, amplamente conhecidos e encontram-se editados em Portugal. É o caso de, por exemplo, Friedrich Hölderlin, Fiódor Dostoievski e Jorge Luis Borges. Mas há um autor que raros sabiam existir até Jorge Mario Bergoglio falar dele: Nino Costa, um italiano do Piemonte, que viveu entre 1886 e 1945.












